Clean na Revista Química e Derivados. Remediação de Solos.
"Indústria do diagnóstico e consultorias nanicas afetam a qualidade do serviço".
Entrevista com Paulo Negrão, Diretor Técnico da Clean. 06/2008 (ver matéria)
Clean Environment Brasil recebe
o certificado Dun & Bradstreet International. 02/2008 (ver matéria)
Ricardo Amarante, diretor da Clean, assume como Conselheiro na Amcham - Campinas - 05/2008 (ver matéria)
Clean e Cidade dos Meninos - 12/2007 (ver matéria)
Clean na Revista "Água - Gestão e Sustentabilidade" -
08/2007 (ver matéria)
Clean destaca projetos de monitoramento de recursos hídricos com alta tecnologia
Fundada pelos engenheiros Pau-lo Negrão e Ricardo Amarante, em 1996, a Clean Environment ven-de equipamentos para remedição e amostragem de águas. A atuação da empresa é complexa e quase sempre envolve a consultoria especializada para a melhor utilização dos dispositivos de amostragem. Sediada em Campinas, SP, ela também agrega uma área de inteligência, responsável pela organi-zação das informações sobre os vários projetos em que a companhia atua. (Ver matéria em formato PDF).
Remediação de Solos
Excerto da matéria veiculada na revista Química e Derivados de junho de 2008. (para ler a matéria completa em formato PDF clique aqui.)
Fornecedor de equipamentos aproveita boom, mas também percebe piora na qualidade dos serviços.
Negrão acredita que o mercado ainda
vai ser depurado.
Um bom parâmetro para compreender a evolução do segmento de remediação de solos e águas subterrâneas é prestar atenção no desempenho dos fornecedores de equipamentos e produtos da área. A Clean Environment, de Campinas-SP, serve bem para esse propósito, principalmente por ser uma das primeiras a se estabelecer, em 1995, no Brasil para atender as empresas de consultoria e projetos com sistemas de bombeamento, extração, skimmers, produtos de monitoramento e controle e sistemas químicos de remediação.
Para começar pelo lado mais positivo, basta saber que a empresa, segundo seu sócio-fundador e diretor-técnico, Paulo Negrão, tem crescido de 30% a 50% ao ano, o que demonstra a quantidade cada vez maior de projetos de remediação em atividade no Brasil. Outro bom aspecto é apontado por Negrão como uma mudança em curso em grandes clientes industriais: “Hoje o nível de exigência é maior do que no começo do mercado, há cerca de 15 anos. É mais comum haver clientes com maior conhecimento técnico.”
Mas, de modo geral, a percepção do diretor da Clean confirma o que boa parte de seus clientes, ou seja, as empresas de consultoria e remediação, constata com pesar. Há uma superpopulação de consultores e “empresinhas”, com intuito oportunista, cujo principal problema foi ter descido a qualidade técnica do segmento, fenômeno ocorrido sobretudo a partir da publicação 273 do Conama, que disciplina a remediação de postos de combustíveis. “Isso tem provocado muitas frustrações no mercado”, afirmou Negrão.
Uma dessas frustrações, explica, ocorreu recentemente no próprio órgão ambiental paulista, a CETESB. Desconfiado da seriedade de vários projetos de remediação em São Paulo, o órgão fiscalizador resolveu auditar o trabalho de investigação ambiental de forma aleatória. “Eles encontraram um verdadeiro circo de horrores. Até laudo técnico feito por açougue foi descoberto”, ressalta Negrão. Mas o melhor foi o resultado da operação: a partir daí a CETESB passou a exigir certificação do Inmetro e da Secretaria do Meio Ambiente de todos os laboratórios de análises ambientais empregados pelas empresas de remediação e diagnóstico. Outra iniciativa nesse sentido foi passar a exigir das consultorias a assinatura de um termo de responsabilidade pelas informações prestadas ao órgão ambiental, com implicações legais nas esferas cíveis e penais.
Mas a visão do diretor da Clean é otimista. Com experiência internacional, por ter trabalhado durante seis anos nos Estados Unidos em fornecedora de equipamentos para remediação, de onde também prestava serviços para vários locais do mundo, Negrão acredita que o Brasil passará por um processo de depuração do mercado. “É sempre assim: no começo há uma euforia com os novos negócios de remediação, o que provoca em seguida o aparecimento das pequenas empresas oportunistas. Mas isso não dura muito, depois há uma filtragem e só ficam os sérios”, explicou. Para ele, dentro de cinco anos, esse ciclo de depuração deve se concluir no Brasil. "Depois que os problemas ocasionados pelas empresas de fundo de quintal começarem a aparecer, não haverá mais espaço para amadorismo”, completa.
Oxalá Negrão esteja certo.
Leia a matéria completa em formato PDF. Clique aqui.
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A Garotinha que Calou a ONU
por 5 Minutos Discurso na ONU realizado em 1992 Enviado por Hellen Mamede - Clean
Campinas - SP
Reportagem Fantástico Denúncia de áreas contaminadas Enviado por Paulo Cesar Negrão
Campinas - SP
Reportagem Bom Dia Brasil Contaminação por postos de
combustíveis Enviado por Luana Almeida
Campinas - SP
Luz de Água Equipamento ecológico para
iluminação interna Enviado por Hélton Winter -
São Paulo - SP
Convenção de Vendas Clean 2008 Evento ocorrido em fevereiro. O segundo de muitos! Enviado por Luis Biajoni - Assessor de imprensa da Clean.
Gases em espaço confinado Dois trabalhadores morrem ao cavar o alicerce de uma casa em Campinas.Enviado por Luis Biajoni - Assessor de imprensa da Clean.
Clean na Revista Química e Derivados. Remediação de Solos.
"Indústria do diagnóstico e consultorias nanicas afetam a qualidade do serviço".
Entrevista com Paulo Negrão, Diretor Técnico da Clean. 06/2008 (ver matéria)
Clean Environment Brasil recebe
o certificado Dun & Bradstreet International. 02/2008 (ver matéria)
Ricardo Amarante, diretor da Clean, assume como Conselheiro na Amcham - Campinas - 05/2008 (ver matéria)
Clean e Cidade dos Meninos - 12/2007 (ver matéria)
Clean na Revista "Água - Gestão e Sustentabilidade" -
08/2007 (ver matéria)
A Clean Environment Brasil recebeu
o certificado Dun & Bradstreet International.
Fundada em 1841 e presente em 200 países, o D&B conta com o maior banco de dados de empresas do mundo, com 110 milhões de empresas cadastradas.
O D&B garante a qualidade financeira da empresa - além de fornecer informações de crédito, para análise de compras e base de dados para prospecção de negócios.
A certificação dá segurança e credibilidade para parceiros comerciais e futuros parceiros da Clean, estabelecendo sólidas bases comerciais.
Ricardo Amarante, diretor da Clean Environment Brasil assume o cargo de Conselheiro Regional da Amcham-Campinas.
O Conselho Regional da Amcham – Campinas para o período de 2008 a 2009 tomou posse no final de abril em almoço no The Royal Palm Plaza. O grupo tem como vice-presidente Agostinho Toffoli Tavolaro, sócio da Tavolaro e Tavolaro Advogados.
Na foto, Ricardo Amarante é o sétimo da esquerda para a direita.
Revista "Água - Gestão e Sustentabilidade" (08/2007).
Monitoramento de águas reduz danos de acidentes ambientais
Uma forma segura de avaliação da qualidade da água em rios, lagos, reservatórios e estuários, de forma rápida e a distância, já pode ser feita com o Sistema de Monitoramento Integrado, um equipamento da Clean Environment, empresa de produtos e tecnologias para o meio ambiente.O monitoramento permite aumentar com efi ciência o sistema de segurança das águas, reduzindo os danos com acidentes ambientais e informando as alterações bruscas da qualidade da água. Atualmente, os métodos utilizados de coleta em campo não res-pondem com a agilidade necessária à tomada de medidas corretivas. Já o uso do sistema de monitoramento integrado mostrou-se adequado ao propósito de agilizar essas ações. Os equipamentos empregados no revolucionário sistema podem gerar um acervo de dados sobre a região analisada, com o objetivo de subsidiar relatórios ambientais. E os parâmetros de qualidade são medidos diretamente no local, por meio de uma sonda com sensores.
Sistema de Monitoramento Hidrológico da Clean Environment Brasil, instalado na Represa de Guarapiranga no Estado de São Paulo.
Clean Environment Brasil e Midia 21 desenvolvem projeto em prol da Cidade dos Meninos.
A união de oito empresas e da artista plástica campineira Vera Ferro resultou em uma iniciativa artística de finalidade social: a confecção de 5.000 calendários de mesa com obras da artista e fotos de Guillermo Amorim e Auina Gebara. Duas mil unidades deste calendário serão vendidas pela Cidade dos Meninos por R$ 10,00 com a intenção de angariar fundos para obras e eventos da entidade. Os calendários estarão disponíveis para venda a partir do dia três de dezembro.
"É tradição que empresas façam calendários que são distribuídos para clientes, funcionários e prospects. Juntamos essa tradição a uma necessidade social e um conceito artístico para desenvolver um produto que atende à necessidade comercial da empresa, incentiva a produção artística e ajuda essa entidade que é uma das mais importantes de nosso estado", diz o idealizador do projeto, Helton Winter, da Mídia 21 Marketing e Comunicação. "Quando tivemos a adesão de Vera Ferro, tudo se materializou", complementa. A primeira empresa a abraçar a idéia foi a Clean Environment Brasil, que sensibilizou outras empresas do setor ambiental e parceiros a integrarem o projeto. "A idéia é genial, o resultado final é belíssimo e esperamos que outras empresas se sintam motivadas com esse exemplo", diz Rogério Andrade, da Clean. Um dos funcionários da Clean, Tiago Alexandre da Luz, que trabalha há cinco anos como auxiliar técnico, foi interno na Cidade dos Meninos. “Fiquei entre 1995 e 2000 nessa entidade maravilhosa, fiz o exército, trabalhei em pequenos empregos até que surgiu a oportunidade na Clean, onde estou há cinco anos”, conta Tiago, emocionado.
Apoiaram e financiaram o projeto também a Indústria Gráfica Campinas, a TH3 Desenvolvimento Organizacional, a Itatex Especialidades Minerais, a Edutech Ambiental, a Alert Brasil e a Win Broker Logística. As empresas ficarão com parte dos calendários, conforme cota de patrocínio.
Para comprar o Calendário Social da Cidade dos Meninos 2008 ou obter mais informações sobre o projeto, basta ligar para a entidade, fone (19) 3201.3020 ou através do site: www.cidadedosmeninos-sp.org.br.
A Cidade dos Meninos de Campinas tem o objetivo de resgatar e cuidar de crianças e adolescentes que viviam em situação de risco, seja por negligência familiar, abandono ou violência, oferecendo-lhes a oportunidade de conquistar um futuro digno e produtivo. Hoje, a entidade abriga em suas casas-lares 180 meninos e meninas entre oito e dezoito anos. Uma equipe de profissionais como psicólogos, assistentes sociais, professores e pais sociais trabalha com máxima dedicação e respeito para dar a essas crianças e adolescentes educação, amor, compreensão, atenção e orientação para a vida.
Além do ensino acadêmico, moradia, alimentação e cuidados médicos e odontológicos, a Cidade dos Meninos oferece a seus alunos nove cursos profissionalizantes e encaminhamento ao mercado de trabalho. Entre os cursos estão Panificação e Confeitaria, Informática, Corte e Costura e Funilaria e Pintura.
Estudou Artes na Fundação Armando Álvares Penteado FAAP - São Paulo. Aprendeu a técnica de gravura em metal, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Participa, desde 198, de exposições individuais, coletivas e salões de arte, onde recebeu vários prêmios. Possui obras em acervos de museus e de colecionadores particulares no Brasil e no exterior. Orienta alunos desde 1987. Em 1988, mudou-se para Campinas/SP, onde vive e trabalha. Participa de diversas ações sociais em benefício de entidades, como o Centro Boldrini e o Centro Corsini. Dirige o projeto "Pintando as Paredes do Mundo", iniciado em 1998 que realiza intervenções artísticas em hospitais, centros médicos, instituições e escolas. O site da artista é owww.veraferro.com.br.
Empresa líder e pioneira desde 1995, na distribuição de equipamentos para Remediação e Amostragem de Águas Subterrâneas, Instrumentos para Hidrogeologia, Amostradores de Solos, Monitores de Gases, Amostradores Automáticos para Efluentes, Medidores de Vazão, Aceleradores para Bioremediação, Produtos e Tecnologias para o Meio Ambiente.