Relatório da ONU prevê ‘catástrofe ambiental’ no mundo em 2050

Pobreza extrema deve ser motivada também por degradação do planeta.
Estima-se que mais de 3 bilhões vivam na miséria nos próximos 37 anos.

Matéria especial do G1.

Apesar dos investimentos de vários países em energias renováveis e sustentabilidade, o mundo pode viver uma “catástrofe ambiental” em 2050, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2013, apresentado nesta quinta-feira (14) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Ao fim dos próximos 37 anos, são estimadas mais de 3 bilhões de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza, das quais pelo menos 155 milhões estariam na América Latina e no Caribe. E essa condição demográfica e social seria motivada também pela degradação do meio ambiente e pela redução dos meios de subsistência, como a agricultura e o acesso à água potável.

De acordo com a previsão de desastre apresentada pelo relatório, cerca de 2,7 bilhões de pessoas a mais viveriam em extrema pobreza em 2050 como consequência do problema ambiental. Desse total, 1,9 bilhão seria composto por indivíduos que entraram na miséria, e os outros 800 milhões seriam aqueles impedidos de sair dessa situação por causa das calamidades do meio ambiente.

No cenário mais grave, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) global diminuiria 15% em 2050, chegando a uma redução de 22% no Sul da Ásia (Índia, Paquistão, Sri Lanka, Nepal, Bangladesh, Butão e Maldivas) e de 24% na África Subsaariana (todos os países ao sul do Deserto do Saara).

Mudanças climáticas e pressões

As mudanças climáticas e as pressões sobre os recursos naturais e ecossistemas têm aumentado muito, independentemente do estágio de desenvolvimento dos países, segundo o relatório. E o texto também destaca que, a menos que sejam tomadas medidas urgentes, o progresso do desenvolvimento humano no futuro estará ameaçado.

O Pnud aponta, ainda, que os protestos em massa contra a poluição ambiental têm crescido em todo o mundo. Por exemplo, manifestantes em Xangai, na China, lutaram por um duto de águas residuais (provenientes de banhos, cozinhas e uso doméstico em geral) prometido, enquanto na Malásia moradores de um bairro se opuseram à instalação de uma refinaria de metais de terras raras – 17 metais conhecidos como “ouro do século 21″, por serem raros, valiosos e de grande utilidade.

O relatório reforça também que as principais vítimas do desmatamento, das mudanças climáticas, dos desastres naturais e da poluição da água e do ar são os países e as comunidades pobres. E, para o Pnud, viver em um ambiente limpo e seguro deve ser um direito, não um privilégio.

Além disso, sustentabilidade e igualdade entre os povos estão intimamente ligadas.

Desastres naturais em alta

Além disso, de acordo com o texto divulgado nesta quinta-feira, os desastres naturais estão se intensificando em todo o mundo, tanto em frequência quanto em intensidade, causando grandes danos econômicos e perdas humanas.

Apenas em 2011, terremotos seguidos de tsunamis e deslizamentos de terra causaram mais de 20 mil mortes e prejuízos aos EUA, somando US$ 365 bilhões (R$ 730 bilhões) e 1 milhão de pessoas sem casas.

O impacto mais severo foi para os pequenos países insulares em desenvolvimento, alguns dos quais sofreram perdas de até 8% do PIB.

Em 1988, Santa Lucía – localizado nas Pequenas Antilhas, no Caribe – perdeu quase quatro vezes seu Produto Interno Bruto (PIB) por causa do furacão Gilbert, enquanto Granada – outro país caribenho – perdeu duas vezes o PIB em decorrência do furacão Iván, em 2004.

Desafios mundiais

O relatório do Pnud ressalta, ainda, que os governos precisam estabelecer acordos multilaterais e formular políticas públicas para melhorar o equilíbrio das condições de vida, permitir a livre expressão e participação das pessoas, administrar as mudanças demográficas e fazer frente às pressões ambientais.

Um dos grandes desafios para o mundo, segundo o texto, é reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Apesar de os lançamentos de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera parecerem aumentar com o desenvolvimento humano, essa relação é muito fraca, destaca o Pnud. Isso porque, em todos os níveis de IDH, alguns países equivalentes têm uma maior emissão de CO2 que outros.

Além disso, pode haver diferenças grandes entre as províncias ou estados de um mesmo país, como é o caso da China. Esses resultados, de acordo com o relatório, reforçam o argumento de que o progresso humano não demanda um aumento no uso de CO2, e que políticas ambientais melhores poderiam acompanhar esse desenvolvimento.

Segundo o Pnud, alguns países já têm se aproximado desse nível de desenvolvimento, sem exercer uma pressão insustentável sobre os recursos ecológicos do planeta. Mas responder globalmente a esse desafio exige que todas as nações adaptem suas trajetórias.

Os países desenvolvidos, por exemplo, precisam reduzir a chamada “pegada ambiental”, ou seja, quanto cada habitante polui o planeta (como se fosse um PIB do meio ambiente). Já as nações em desenvolvimento devem aumentar o IDH, mas sem elevar essa pegada. Na visão do Pnud, tecnologias limpas e inovadoras podem desempenhar um papel importante nesse processo.

Mas, para reduzir a quantidade necessária de emissões de gases de efeito estufa, os países dos hemisférios Norte e Sul têm que chegar a um acordo justo e aceitável para todos, como compartilhar as responsabilidades, informa o relatório.

Acordos e investimentos

Na Rio+20, Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada no Rio de Janeiro em junho de 2012, foi negociado entre os governos da região da Ásia e do Pacífico um acordo para proteção do maior recife de corais do mundo, o chamado Triângulo de Coral, que se estende desde a Malásia e a Indonésia até as Ilhas Salomão. A área é responsável por fornecer o sustento para mais de 100 milhões de pessoas.

Além disso, alguns países estão trabalhando juntos na bacia do Rio Congo para combater o comércio ilegal de madeira e preservar o segundo maior território florestal do mundo. Bancos regionais de desenvolvimento também apresentaram uma iniciativa que conta com US$ 175 bilhões (R$ 350 bilhões) para promover o transporte público e ciclovias em algumas das principais cidades do mundo.

Outra parceria envolve a China e o Reino Unido, que vão testar tecnologias avançadas de combustão de carvão. Já os EUA e a Índia firmaram um acordo para o desenvolvimento de energia nuclear na Índia.

Alguns países também estão desenvolvendo e compartilhando novas tecnologias verdes. A China, o quarto maior produtor de energia eólica do mundo em 2008, é também a maior fabricante global de painéis solares e turbinas para geração de energia pelo vento. E, na Índia, os investimentos em energia solar aumentaram 62% em 2011, chegando a US$ 12 bilhões (R$ 24 bilhões) – os maiores do planeta. Já o Brasil elevou seus investimentos tecnológicos para energias renováveis em 8%, chegando a US$ 7 milhões (R$ 14 milhões).

Promessas

Até 2020, a China também prometeu cortar suas emissões de dióxido de carbono por unidade de PIB em 40% a 45%. E, em 2010, a Índia anunciou reduções voluntárias de 20% a 25%. Além disso, no ano passado, políticos coreanos aprovaram um programa para reduzir as emissões de fábricas e usinas de energia.

Na Rio+20, Moçambique anunciou ainda uma nova rota de economia verde. E o México promulgou recentemente uma lei para reduzir as emissões de CO2 e apostar em energias renováveis.

No Fórum de Bens de Consumo da Rio+20, as empresas Unilever, Coca-Cola e Wal-Mart – classificadas entre as 20 melhores multinacionais do mundo – também prometeram eliminar o desmatamento de suas cadeias de abastecimento.

Além disso, a Microsoft prometeu que em 2012 se tornaria nula em emissões de carbono. E a companhia Femsa, que engarrafa bebidas – como a Coca-Cola – na América Latina, manifestou que obteria 85% de suas necessidades energéticas no México a partir de recursos renováveis.

Mas, apesar de muitas iniciativas promissoras, ainda existe ainda uma grande diferença entre as reduções de emissões necessárias e essas modestas promessas, destaca o Pnud.

Bento XVI foi o papa mais sustentável da História

Em seu exercício, o papa emérito não mediu esforços para levar ações de sustentabilidade à Igreja. Às vésperas do conclave, vale conhecer o legado ecologicamente correto deixado por Bento XVI e saber quais atitudes deverão ser seguidas pelo próximo pontífice.

Conhecido entre os ambientalistas como “Papa Verde”, o líder católico publicou textos sobre a preservação do meio ambiente e tocou no assunto durante várias pregações, considerando a degradação da natureza um pecado da atualidade, uma vez que, para a Igreja, a conservação do planeta para as futuras gerações é uma obrigação moral dos homens.

Não foi só nas pregações que Joseph Ratzinger se uniu à sustentabilidade – o papa conseguiu tornar a sede da Igreja livre de emissões de carbono e ordenou a instalação de sistemas de energia fotovoltaica, transformando o Vaticano no Estado mais verde do mundo. Até o Papamóvel entrou na onda ecologicamente correta – o carro do papa emérito era híbrido e seguido por batedores que conduziam dois veículos elétricos.

Durante seu exercício, Ratzinger organizou um encontro científico para abordar o aquecimento global e as mudanças climáticas. Além disso, o líder católico publicou “O Meio Ambiente”, livro que aborda os desafios da preservação ambiental.

No entanto, o papa emérito não foi o primeiro líder católico a levar em consideração o desenvolvimento sustentável do planeta: a Igreja Católica começou a prestar atenção na sustentabilidade nos anos 1990, quando o papa João Paulo II reforçou a importância da preservação do meio ambiente para evitar desastres naturais. Ao longo de seu papado, o polonês Karol Wojtyla pronunciou-se publicamente na conferência Rio 92 e durante a Rio + 10, ocorrida em 2002.

(via ABESP-SP)

31 de Janeiro: Dia do Engenheiro Ambiental

Hoje, dia 31 de Janeiro, é comemorado o Dia do Engenheiro Ambiental, um profissional de extrema importância para a vida saudável do planeta.

O dia 31/01 foi escolhido por ser o dia da graduação da primeira turma de engenheiros ambientais do País. Hoje, são centenas de cursos em todo Brasil, oferecendo formação científica e tecnológica e desenvolvendo a cultura investigativa para preservação, manutenção e salvação do meio ambiente, observando sempre a sustentabilidade.

A Clean parabeniza todos os Engenheiros Ambientais do País e oferece o estado-da-arte em tecnologia para que eles desempenhem sempre da melhor maneira o seu importante papel.

São Paulo estabelece protocolo unificado de Atendimento a Emergências Químicas

O Estado de São Paulo toma frente a realiza o desejo de diversos órgãos públicos – assinando, em 10 de Outubro passado, no auditório da CETESB – o “Protocolo de Atendimento a Emergências Químicas”.

Diante das emergências ambientais, principalmente as que envolvem produtos químicos, costumam produzir significativos danos ao meio ambiente. Levando em conta a divulgação negativa que este tipo de ocorrência causa na comunidade, os órgãos públicos devem estar preparados para um pronto atendimento a esses episódios. Sistemas organizados que viabilizem respostas imediatas são uma opção para minimizar os impactos, bem como para restabelecer, em tempo ágil, a normalidade social e o equilíbrio ambiental.

Bruno Covas, secretário estadual de Meio Ambiente, salientou que para a CETESB, que trabalha há 32 anos no atendimento aos episódios de emergências químicas, o protocolo norteará as ações a favor da comunidade e do meio ambiente.

O termo, assinado pelos representantes das Secretarias do Meio Ambiente, da Saúde, da Casa Militar, da Segurança Pública, de Logística e Transporte, além do Ministério do Meio Ambiente, da CETESB, do Corpo de Bombeiros, do IBAMA, da Polícia Ambiental e das Polícias Rodoviárias estadual e federal, pretende estimular os trabalhos realizados em parceria, entre o poder público e privado, organizações não governamentais, universidades e comunidade, sempre com o objetivo de atender as demandas geradas pelas emergências químicas, evitando os danos sociais e ambientais.

O Protocolo terá abrangência em todo o território estadual e a sua implantação, junto aos órgãos signatários, será de responsabilidade da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil – CEDEC. As ações previstas no documento serão aplicadas em qualquer emergência química, independente da atividade ou fonte geradora, e é necessária a participação, no trabalho de atendimento, de um ou mais órgãos que assinaram o documento.

“Que este acordo firmado entre ógãos de São Paulo sirva de referência para outros estados, e quiçá, passe a funcionar em todo o país. A sociedade e o meio ambiente serão muito beneficiados”, comenta Rogério Andrade, Diretor de Negócios da Clean Environment Brasil.

+ Leia nota sobre o assunto no blog do Secretário Estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas.

Congonhas: área da antiga Vasp está contaminada

Uma área de 170 mil m² dentro do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, está contaminada por pelo menos 69 toneladas de resíduos tóxicos, entre combustível, solvente e metais pesados. Trata-se do terreno onde estavam os aviões-sucata da Vasp, que já estão sendo retirados para abrir espaço para obras de ampliação que desafogariam o aeroporto.

Agora, outra triste notícia: o local só poderá ser usado a partir de 2015, porque a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) lançou um edital e deu 15 meses para uma empresa privada fazer um diagnóstico e “limpar” a área.

A contaminação do local, porém, já foi atestada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que concluiu que pelo menos 89 mil m² daquela área estão comprometidos ou representam risco potencial de contaminação. O restante do terreno carece de um laudo conclusivo, mas já consta como “área suspeita”.

O interesse em usar esse terreno para desafogar o aeroporto é tanto que a Infraero pediu autorização judicial à massa falida da Vasp e vai arcar com os R$ 221 mil da descontaminação – segundo a legislação ambiental, as duas seriam corresponsáveis no processo.

É bom que o impasse seja resolvido rapidamente – além de aliviar a falta de espaço do aeroporto, também teria a área remediada, ou seja, sem contaminação, tanto para a população, quanto para o meio ambiente.

Existem também fortes indícios de que imóveis vizinhos estejam contaminados. Análises mais aprofundadas devem ser feitas no local.

A Clean fornece os equipamentos mais modernos e precisos para detecção e remediação de áreas contaminadas.

(Fonte: O Estado de S. Paulo – Matéria de Nataly Costa com a colaboração de Rodrigo Burgarelli – Foto: Ernesto Rodrigues)

Parque em SP fecha por risco de contaminação por gás metano

O parque Leopoldina-Orlando Villas Bôas, no bairro da Vila Leopoldina, em São Paulo, está parcialmente contaminado, segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. O órgão afirma que o local não deve mais ser frequentado pelos moradores e pede o seu fechamento.

Durante 30 anos a região abrigou uma estação de tratamento de esgoto da Sabesp. Quando a estação foi fechada em 1989 – e o local se transformou em um clube de servidores da empresa. O local, porém, foi desapropriados pela prefeitura. Em 2010, o parque foi construído para a população com campos de futebol, quadras poliesportivas e de tênis, pista de cooper, playground e aparelhos para a terceira idade. Ele está localizado em um bairro de classe média na zona oeste de São Paulo. Mas, de acordo com a Secretaria, utilizar o local agora é um risco para a saúde.

“O ideal é que hoje ninguém frequente o parque. Mas, se isso não for possível, as pessoas devem evitar entrar em contato com água e se aproximar das tubulações, pois já foi confirmando que nelas há gás metano”, disse o promotor do Meio Ambiente, José Eduardo Ismael Lutti, à reportagem do Jornal Folha de São Paulo.

O promotor também afirmou que o Ministério Público buscou, com a prefeitura uma solução para os problemas ambientais, porém nenhuma iniciativa foi tomada. Por isso, no início de Julho, o órgão entrou com uma ação pelo fechamento do parque.

A Clean conta com Sistemas de Remediação que podem auxiliar na resolução de casos como esse do Parque Leopoldina/Orlando Villas Bôas. Após estudo do caso, Aceleradores para Biorremediação também podem ser utilizados, bem como Detectores de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs), como o novo Phocheck Tiger. É uma pena que uma área de lazer tão bonita tenha que ser fechada por conta de um problema ambiental como esse.

(Com informações do site Ciclo Vivo. Foto de Marcelo Camargo/ABr via Uol.)

Casos de Vazamento de Óleo são Problema para o Governo Federal

De acordo com matéria publicada no jornal Correio Braziliense, no dia 2 de Agosto, há nove meses o Brasil enfrenta grandes desafios com derramamentos de petróleo. Pelas informações, o mais impactante foi o vazamento no Campo do Frade, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. Uma falha no funcionamento dos poços operados pela norte-americana Chevron resultou no derramamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar.

No dia 31 de Julho, a Justiça deu prazo de 30 dias para que a Chevron e a Transocean, que operam na plataforma, suspendam as atividades no país por causa do vazamento. Acidentes desta magnitude mostram o despreparo do Brasil para lidar com esses desastres ambientais.

A matéria no Correio Braziliense salienta que a ausência de diretrizes específicas no caso de um vazamento é ainda mais séria diante da postura agressiva que o país tomou a partir da descoberta das reservas do pré-sal. A estimativa do Governo é de que o Brasil deixe a 17ª posição no ranking mundial para se tornar um dos 10 maiores produtores de petróleo até o ano de 2020. O investimento previsto para os próximos anos é de mais de R$ 500 bilhões. O projeto em estudo do Plano Nacional de Contingência foi formulado por 16 ministérios, em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A coordenação foi dos Ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente — por meio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) — e Defesa, representada pela Marinha. O plano já está assinado pelos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Defesa, Celso Amorim. De acordo com fontes do governo federal, dentro de um mês o Plano Nacional de Contingência deve ser publicado no Diário Oficial da União. Porém, antes de ir à sanção presidencial, o Ministério da Defesa e a Casa Civil ainda precisam analisar o documento.

Eliezer Santos, Key Account Manager da Clean, acredita que o País reconhece a necessidade de monitoramento, pois a exploração, por si só, é considerada potencialmente poluidora. “Os mecanismos envolvidos nas atividades petrolíferas e o transporte desse tipo de material apontam para possíveis impactos”, diz Santos. “A história nos mostra que por vezes, a tragédia ensina e fomenta as discussões para que ações de monitoramento e de correções sejam adotadas. Infelizmente, acidentes ocorrem com frequência e devido ao transporte de grandes volumes, esses acidentes causam vazamentos de proporções gigantescas. Desta forma, os menores esforços de monitoramento, passam despercebidos”, acrescenta.

Segundo Santos, para a prevenção e o monitoramento de desastres é preciso existir, primeiramente, vontade política, e, depois, maior envolvimento de empresas especializadas em monitoramento e tecnologia ambiental. Por último, a interação com a comunidade acadêmica. “É um desafio que temos que enfrentar”, salienta.

A Clean Environment Brasil é uma empresa especializada em tecnologia e soluções para monitoramento ambiental. Com um portfólio de produtos bastante abrangente e destacada parceria com fornecedores internacionais, a empresa está pronta para oferecer o estado da arte em monitoramento ao exigente mercado ambiental, sobretudo ao complexo mercado de Óleo & Gás.

Clean comemora seus 17 anos com nova identidade visual

Hoje, durante a reunião geral do mês, foi apresentada para todos os colaboradores a nova identidade visual da empresa, que será divulgada ao mercado amanhã, dia do aniversário da Clean.

A partir de amanhã, ao acessar o site, os clientes poderão conferir o novo logotipo Clean e a comunicação desenvolvida para cada linha de produtos (Hidrologia, Saúde & Segurança Ocupacional e Remediação & Investigação Ambiental).

Segundo Rogério Andrade, diretor comercial da Clean, além da nova identidade, foram desenvolvidas diversas ações para a celebração desta data. “Foi necessário muito empenho e pesquisa para identificar qual seria a melhor maneira de comemorar esses dezessete anos de comprometimento com o meio ambiente. Desenvolvemos uma identidade para cada setor, mudamos a papelaria, adotamos boas práticas como a coleta seletiva, a economia de materiais, a economia de energia e fizemos uma horta suspensa no muro da Clean, esses gestos agregam valor, tanto para os colaboradores quanto à empresa”, conclui.

Amanhã, dia 5 de Junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e também o aniversário de 17 anos da Clean Environment Brasil.

A Clean agradece aos colaboradores, aos clientes e fornecedores pelos anos de parceria e confiança!

Luana Almeida, Coordenadora de Marketing, apresenta a nova identidade visual para os colaboradores e diretores.

Os colaboradores receberam sacolas retornáveis e camisetas em comemoração ao aniversário da Clean.

Luciano Possari (Gerente Técnico), Leila Paraizo (Gerente Administrativa) e Rogério Andrade (Diretor Comercial) participam da reunião e divulgam a nova identidade

 

 

Rogério Andrade, diretor comercial e Luana Almeida, coordenadora de Marketing da Clean.

O pessoal preparando as mudas para a nova horta horizontal de garrafas PET da Clean: Tatiana Silva, Ariane Zambrona, Luana Almeida, Kelly Amorin, Willian Oliveira e Thiago Navarro.

O time de 2012 da Clean em festa!

Alunos da Faculdades Oswaldo Cruz participam de atividades ambientais com equipamentos Clean*

Alunos do curso de Pós–Graduação em Química Ambiental e Engenharia de Controle da Poluição, do Núcleo de Pós–Graduação das Faculdades Oswaldo Cruz participaram entre os meses de março e abril deste ano, de uma série de atividades práticas da disciplina de “Análises Químicas Inorgânicas Aplicadas às Amostras Ambientais” sob a coordenação do Prof. Dr. Gilson Alves Quináglia. A proposta teve por objetivo aplicar experiência de campo aos estudantes. O local visitado apresentou oportunidades de enriquecer o conhecimento teórico aplicado em sala de aula.

A primeira atividade foi realizada na Represa Guarapiranga, na ocasião os alunos aprenderam técnicas de coleta de amostras de água e sedimentos, calibração de equipamentos de medição e fizeram medidas no local de importantes parâmetros ambientais como pH, potencial Redox (EH), temperatura, condutividade, transparência, oxigênio dissolvido e outros. Durante os exercícios nenhum material foi retirado do reservatório Guarapiranga, uma vez que as amostras de demonstração retornaram para seu local de origem, e nenhum preservante químico foi utilizado durante as aulas, para não agredir o meio ambiente.

*Fotos do Prof. Dr. Gilson Alves Quináglia e texto de Ricardo Mirão, da Faculdades Oswaldo Cruz.

Entre os equipamentos utilizados nas medições estão a Sonda YSI 6920 V2 e o Display 650 da Sonda YSI 600QS.

Eventos antecipam comemoração pelo Dia Mundial da Água

Em todo o mundo cerca de 800 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água potável. Para discutir essa realidade agentes políticos, militantes e especialistas estão reunidos em Marselha, ao sul da França, desde o dia 12 de Março, para o 6º Fórum Mundial da Água.

Existe urgência. Segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico é “primordial a utilização racional da água, da mesma forma que tarifá-la de maneira a desencorajar o desperdício” diante do aumento de 55% da demanda de água no mundo até 2050 com o crescimento da população e o aumento da urbanização. Aproximadamente 20 mil participantes de 140 países participam do Fórum Mundial da Água.

No dia 14 de Março uma centena de ONGs ambientais de meio ambiente reuniram-se para o “Fórum Alternativo”, com cerca de dois mil representantes da sociedade civil de vários países que veem com ceticismo o Fórum Mundial. O “Fórum Alternativo” acusa o evento oficial de ser “porta-voz das empresas multinacionais e do Banco Mundial”, e exigem gestão pública, ecológica e cidadã da água potável – e uma distribuição equitativa.

Tão importante quanto esses dois eventos é a North American Environmental Field Conferences and Expositions (www.envirofieldconference.com) que acontece em Tampa, Flórida (EUA), no mesmo período, antecipando as comemorações mundiais pelo dia da água.

Pesquisador com equipamento Metalyser, comercializado no Brasil pela Clean


Segundo Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil, que participa do evento americano, trata-se da maior exposição de tecnologia de ponta para monitoramento e remediação ambiental. “De nada valeria as discussões sobre políticas públicas ou pelo acesso à água potável se a tecnologia não tivesse avançado tanto nos últimos anos”, afirma Negrão. “O acesso às novas tecnologias permite dimensionar e antecipar resultados que podem influenciar no bem estar da sociedade e programar as ações futuras, assim como nortear a discussão de medidas para o desenvolvimento sustentável”.

Negrão com Eduardo Bampa (Aragon Sondagens) e Marcos Tanaka (ECD Perfurações) no campus da University of South Florida, onde acontece o evento


A North American Environmental Field Conferences and Expositions vai até o dia 16 de Março.

Dia 22 de Março é do Dia Mundial da Água.
Os equipamentos da área de Hidrologia da Clean podem ser conferidos aqui.
Os equipamentos para Remediação e Investigação Ambiental você encontra aqui.

Clean divulga parceria com a Carus Corporation

A Clean Environment Brasil e a Carus Corporation (EUA) anunciam um acordo de parceira para a venda e distribuição exclusiva no mercado brasileiro dos oxidantes químicos RemOx® e da linha de produtos Carus para bioremediação.

A Carus é um empresa de 97 anos no mercado americano de produção de permanganatos, fosfatos e catalizadores para tratamento de água, remediação ambiental e aplicações industriais. Os permanganatos produzidos pela Carus são os mais utilizados no mundo em projetos de oxidação química in situ de contaminantes em solo e águas subterrâneas, em função do seu alto grau de pureza e isenção de metais pesados.

Através da parceria com a Clean, os produtos da Carus passam a ser disponíveis para os profissionais de remediação do Brasil como uma tecnologia comprovada nos exigentes mercados Norte Americano e Europeu.

“A inclusão da Carus ao portifólio de produtos da Clean disponibiliza para o mercado a mais alta tecnologia na aplicação de permanganatos de alta pureza para a remediação expedita de áreas fontes contaminadas por solventes clorados, livre dos riscos associados com o uso de permanganatos com baixo grau de pureza”, afirma Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil.

Para Matthew Dingens, Diretor Global da Carus Remediation Technolgies, “a parceria com a Clean permite que a Carus passe a oferecer uma sólida e profissional estrutura de logística, venda e suporte aos projetistas de remediação do Brasil”.

Para maiores informações, entre em contato com Kelly Frasco, Diretora de Vendas para as Américas da Carus em kelly.frasco@caruscorporation.com ou com Eliezer Santos, Gerente da Divisão de Produtos para Remediação da Clean em e.santos@clean.com.br.

Eliezer Santos, Matt Dingens e Paulo Negrão

Sobre a Carus:

A Carus Corporation foi fundada em 1915 em LaSalle, Illinois, e produz permanganatos, fosfatos e catalizadores para aplicações ambientais em águas, remediação e uso industrial. A Carus é membro do Conselho Americano de Química e participante ativa da reconhecida iniciativa Responsible Care®, trabalhando de maneira determinante para tornar a vida melhor, mais saudável e segura através da química.

Sobre a Clean:

A Clean Environment Brasil é um grupo empresarial de capital privado, fundado em 1995, que fabrica e comercializa uma completa linha de produtos,equipamentos e tecnologias para o meio-ambiente e segurança ocupacional. Através de sólidas parcerias com os mais renomados fabricantes internacionais, a Clean Environment Brasil oferece o estado-da-arte em produtos e tecnologia para o meio ambiente, com suporte técnico profissional altamente qualificado.

Nova Norma para Segurança em Sistemas Frigoríficos

A notícia não é necessariamente recente, mas muitos ainda desconhecem. O Brasil possui, desde 2010, uma norma da ABNT relacionada à segurança e operação em sistemas frigoríficos. Publicada em 20 de abril de 2010, a norma estabelece padrões para a segurança no projeto, construção, instalação e operação de sistemas frigoríficos. Basicamente, essa norma foi influenciada e baseada na norma americana ASHRAE Standard 15:2007.

A NBR 16069:2010 representa um grande avanço na questão da segurança em instalações frigoríficas no país pois padroniza definições e conceitos e traz inúmeras recomendações relacionadas ao tema. O texto da NBR 16069 enaltece a importância do projetista, definindo suas responsabilidades e atribuições como profissional responsável pelo projeto de um novo empreendimento ou reforma, desde sua idealização, desenho, cálculos, definição do fluído, classificação em função da ocupação, construção, passando pela instalação, até a operação do mesmo.

A norma também descreve exigências gerais e específicas para todas as instalações em um frigorífico, destacando a sala de máquinas, e a questão de sistemas de refrigeração por amônia (NH3), gás extremamente tóxico, porém muito utilizado na indústria de refrigeração por ser considerado um refrigerante de alto desempenho e baixo custo relativo.

Inclusive na questão específica dos riscos e cuidados em operações com amônia, a NBR 16069 destaca no tópico 8.11.2.1 a necessidade de instalação de detectores de amônia principalmente nas salas de máquinas, onde o sistema deve ser capaz de acionar automaticamente alarmes sonoros e luminosos caso a concentração do gás atinja níveis de risco, geralmente superiores ao LT estabelecido pela NR15 do Ministério do Trabalho.

O documento também destaca e define procedimentos a serem adotados em caso de emergências em salas de máquinas, estabelecendo inclusive os limites de alarme dos detectores de amônia e o acionamento automático de sistemas de ventilação, e eventualmente de evacuação da planta.

“A indústria frigorífica e de refrigeração no país é gigantesca. Sendo assim, quanto mais normatizado e padronizado for o setor, maiores serão os ganhos das indústrias e das populações de seus entornos no que diz respeito à segurança e proteção ao meio ambiente”, comemora o gerente de Saúde e Segurança Ocupacional da Clean, Marcelo Piagentini.

“A instalação de detectores de amônia em atendimento ao exposto na norma, representa um grande avanço na questão da segurança industrial dessas plantas frigoríficas e os usuários só tem a ganhar, mesmo por que o investimento para instalação desses dispositivos é muito baixo quando comparado aos benefícios diretos e indiretos”, complementa Marcelo.

Ocorrências de vazamentos ou de impactos, até mesmo com vítimas, são relativamente comuns e a norma NBR 16069:2010 existe justamente para impedir essas ocorrências.

- Para conhecer a linha de Detectores de Gases da Clean clique aqui.

- Para adquirir a Norma Técnica ABNT NBR 16069:2010 clique aqui.

Prefeitura de Novo Hamburgo recebe sondas para monitoramento de rios*

A Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (SEMAM), recebeu na tarde de 1º de dezembro, da Universidade Feevale, a primeira sonda multiparâmetros que será utilizada para monitoramento da qualidade da água do Rio dos Sinos e dos arroios da cidade. A entrega foi realizada no laboratório químico da instituição onde, durante todo o dia, técnicos das áreas de licenciamento ambiental e da fiscalização da SEMAM, além de estudantes do curso de Engenharia Química, participaram de uma capacitação para utilização do equipamento.

O treinamento foi ministrado pelo Gerente Técnico da Área de Hidrologia da Clean Environment Brasil, Cristiano Augusto Leonardo. Segundo o secretário interino da SEMAM, Eduardo Antônio Bonato, a primeira sonda será utilizada de forma móvel em diferentes pontos do rio e dos arroios. “Com isso, poderemos monitorar de forma permanente e ter resultados de forma mais rápida sobre importantes dados das águas destes cursos d’água, acompanhando e identificando possíveis contaminações”, explica. A expectativa é que, em breve, novas sondas sejam adquiridas.

Fiscalização é ampliada

A SEMAM segue com a realização do projeto Rio Vivo, uma iniciativa que busca a fiscalização ostensiva no trecho do Rio dos Sinos que banha o Município. Em função da forte estiagem (redução no volume de água do rio, por conta da diminuição das chuvas), as equipes irão controlar fortemente os parâmetros de lançamento de efluentes das empresas da cidade.

Estes parâmetros devem seguir normas estabelecidas pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM). Outra observação importante é em relação a economia de água. Importantes ações como evitar banhos demorados, manter a torneira fechada enquanto escova os dentes e faz a barba e não lavar veículos e calçadas sem necessidade, são fundamentais neste período.

Matéria publicada pelo Agência de Notícias de Novo Hamburgo.

Ibama multa Chevron por vazamento de petróleo

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou na tarde de segunda-feira, 21/11, que multou em R$ 50 milhões à empresa petrolífera Chevron, em decorrência do vazamento de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, norte do Rio de Janeiro. Trata-se do valor máximo previsto pela Lei de Crimes Ambientais.

O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, viajou até o Rio de Janeiro, onde se reuniu com o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. Mais cedo, Minc disse que, além de uma eventual multa por parte do Ibama, o Estado do Rio de Janeiro estuda aplicar multa de até R$ 30 milhões à empresa. Os custos de reparação, que segundo o secretário poderiam servir, em parte, para compensar pescadores prejudicados, serão pelo menos R$ 10 milhões.

Segundo Minc, o valor máximo da multa previsto na legislação brasileira está “defasado”. “Esse patamar foi estabelecido há 12 anos. Se fosse corrigido, hoje já seriam R$ 116 milhões. Mas nós estamos estudando multas suplementares pela lei estadual que podem chegar a R$ 30 milhões. Além disso, há os custos de reparação dos danos ambientais para os pescadores da região. Esses recursos também podem ser aplicados no monitoramento em alto-mar e em programas de biodiversidade, como os voltados às baleias e aos golfinhos afetados”, disse. De acordo com o secretário, em um dos sobrevoos que fez à região, foi possível avistar baleias jubarte nadando a aproximadamente 300 m da mancha.

“A agressão (ao ecossistema) é obvia. Além disso, as algas e os micro-organismos, que são a base de toda a cadeia alimentar, também foram atingidos”, afirmou. O secretário disse que vai pedir ao Ibama o descredenciamento da Transocean, empresa contratada pela Chevron para fazer a perfuração no Campo de Frade. “Ela operou de forma inadequada. Usou uma pressão brutal ao lado de uma fissura de 300 m. É lógico que iria jorrar óleo para tudo quanto é lado”, disse. O secretário afirmou que a companhia também era a contratada da British Petroleum, quando houve o vazamento de óleo no Golfo do México, no ano passado.

Um método bastante eficaz adotado para a separação de óleo da é a utilização de skimmers, como se pode observar nesse post que fizemos sobre o vazamento do Golfo do México. Para a remoção do óleo naquela ocasião foram utilizados os skimmers de cinta especiais da Abanaki , comercializados no país com exclusividade pela Clean Environment Brasil.

Texto baseado nas informações da Agência Brasil.

Brasil quer banir mercúrio nas áreas industrial, mineradora e da saúde

O governo brasileiro defende a eliminação gradativa (phase out) do uso do elemento químico mercúrio em produtos e processos nas áreas industrial, mineradora e da saúde. Representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) seguiram na sexta-feira, 28 de outubro, para Nairóbi (Quênia), a fim de participarem da terceira reunião de negociação da ONU que elabora o texto da convenção do metal, prevista para ser lançada em 2013.

Na bagagem, eles levam algumas posições técnicas a serem debatidas, negociadas e aprofundadas a fim de definir o posicionamento do Brasil e colaborar com a finalização do documento juridicamente vinculante (convenção) sobre o controle e o banimento do uso do metal. Embora defenda, o fim do uso do mercúrio em tais atividades, até mesmo a defesa dessa posição ainda está em construção em virtude da necessidade de uma avaliação mais aprofundada do assunto.

Apesar de ser reconhecido como altamente tóxico, poluente e responsável por catástrofes com mortes de milhares de pessoas e animais, bem como contaminação de solo, água e ar em várias regiões do mundo, o mercúrio é considerado essencial por muitos setores da cadeia produtiva de muitos países.

Por isso, o tema é polêmico e o uso do metal é defendido em vários países. Sua erradicação ainda encontra resistência e todas as decisões que envolvem sua redução ou banimento geram grandes debates. Essa situação fica bem nítida quando os governos se reúnem para discutir normas e diretrizes da convenção das Nações Unidas sobre o mercúrio.

Representante do MMA na reunião e diretora de qualidade ambiental na indústria da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Sérgia Oliveira explicou que o Brasil defende a adoção dos Planos de Implementação para todos os países a fim de que o uso do metal seja eliminado paulatinamente.

Eles são necessários porque constituem um instrumento dos países de planejamento da redução gradual do uso do mercúrio, para adaptação às normas definidas na futura convenção e para quantificação do uso do metal na cadeia produtiva a fim de identificar o valor a ser investido no processo de eliminação. Ela espera que “esta terceira reunião de negociação defina pontos extremamente relevantes para além das questões técnicas, em especial aspectos de financiamento que vão prover apoio aos países no atendimento às obrigações decorrentes dessa futura convenção.”

Utilização do mercúrio

Descoberto na Grécia Antiga, o metal era usado na mineração do ouro. Os gregos o chamavam de hidrargírio – hydra (água) + argyros (prata) – ou água-prata, e, até hoje é usado, tradicionalmente, para minerar e fabricar produtos.

Na área da saúde, ele compõe termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes, amálgama para dentes, dentre outros. O mercúrio é um dos principais elementos para fabricação de todo tipo de produto de limpeza porque faz parte do processo de fabricação do cloro. Todo esse uso, contudo, é passível de substituição e o Brasil é um dos países que provam que isso é possível.

O Ministério da Saúde, por sua vez, discute e defende o phase out para substituição de uso do metal em equipamentos e medidores, como termômetros e outros, e em amálgamas dentárias, em que é largamente usado.

A perspectiva do governo brasileiro é a de que surjam ainda soluções para a substituição ou redução do mercúrio na mineração artesanal de ouro. Na área da saúde, pretende-se substituir o timerosal – substância que tem em sua fórmula o mercúrio como um dos seus principais componentes e é usada como conservante em alguns medicamentos e em vacinas multidose.

*Matéria do site Envolverde – publicado originalmente no site EcoD, com informações do MMA.

Visite-nos na FENASAN

Estamos no Estande A14 na XXII FENASAN – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, o maior evento do setor na América Latina. Todos os interessados em se atualizar nas mais novas tecnologias e discussões sobre saneamento e sobre a área ambiental não podem perder.

Nossa turma está na feira, atendendo todos os amigos e clientes.
Visite-nos.

Rogério Andrade (diretor de negócios), Sérgio Garrido (consultor de vendas – Hidrologia), Cristiano Leonardo (gerente técnico – Hidrologia), Luana Almeida (Coordenadora de Marketing), André Caramello (Gerente de Negócios – Hidrologia), Thiago Duarte (Estagiário de Marketing), André Baxter (Representante Comercial – MG).

Estande A14.

Clean na FENASAN

A FENASAN é promovida há 21 anos pela AESabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp. Consolidada e reconhecida como uma das mais importantes feiras do setor de saneamento do mundo, a FENASAN acontece junto com o Encontro Técnico da AESabesp – Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, sendo considerado o maior evento do setor na América Latina. Neste ano, será entre 1 e 3 de Agosto.
Entre visitantes e congressistas do evento, são cerca de 10.000 pessoas em cada edição anual – a maioria de executivos, técnicos, empresários, estudantes, gestores e pesquisadores de órgãos públicos e privados e acadêmicos de todos os setores ambientais.

A FENASAN tem como objetivos principais o fomento e a difusão da tecnologia empregada no setor de saneamento ambiental, bem como a troca de informações, a demonstração de produtos e o desenvolvimento tecnológico de sistemas empregados no tratamento e abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem das águas pluviais, análises laboratoriais, adução e abastecimento e sistemas de coleta, e disposição final e manejo de resíduos sólidos, reunindo os principais fabricantes e fornecedores de materiais e serviços para o setor de saneamento e de segmentos correlatos.

A Clean Environment Brasil é parceira da FENASAN há muito tempo e, nesta edição, estaremos no estande A14.

Convidamos todos os amigos a nos visitar e conferir as novidades que estaremos apresentando lá.

Clean apresenta linha de amostradores automáticos ISCO na FENASAN 2011

Sistemas de monitoramento e analisador de metais pesados também estarão na feira

A Clean Environment Brasil, de Campinas (SP), estará na FENASAN 2011 – XXII Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, que acontece junto com a AESABESP – XXII Congresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, entre os dias 01 e 03 de Agosto de 2011 no Pavilhão Branco do Expo Center Norte. Detalhes sobre os eventos podem ser conhecidos no site www.fenasan.com.br.

A linha de amostradores da Teledyne ISCO, composta por diversos modelos e configurações de equipamentos que coletam amostras de águas e efluentes automaticamente, estará sendo apresentada e oferecida em condições especiais para os participantes da feira. “Os amostradores ISCO são os melhores e mais robustos do mercado mundial e a Clean tem grande satisfação de oferecer esse tipo de produto no Brasil”, diz Rogério Andrade, Diretor de Negócios da Clean. “Esses equipamentos podem ser utilizados em vários estágios do saneamento, da coleta de amostras de águas de mananciais até no monitoramento de estações de tratamento de águas e efluentes industriais”, afirma.

Outro destaque da Clean para a FENASAN são os sistemas integrados de monitoramento hidrometeorológico, customizados pela Clean para atendimento das necessidades específicas de cada cliente, utilizando sondas multiparamétricas e outros equipamentos e tecnologias de última geração. “O monitoramento em tempo real é uma necessidade imprescindível hoje”, explica Andrade. “Cada vez mais as empresas de saneamento estão se dando conta desta realidade e investindo em sistemas de monitoramento integrados em tempo real”.

Uma novidade da Clean será apresentada na FENASAN. Trata-se do Metalyser HM1000, da Wagtech, que a Clean começa a oferecer ao mercado brasileiro a partir de Agosto. “O equipamento é um analisador portátil de metais pesados em água, de fácil operação, com leituras imediatas de até 05 elementos metálicos e especialmente desenvolvido para o uso em campo”, diz André Caramello, Gerente de Negócios da Área de Hidrologia da Clean.

Kit Metalyser, da Wagtech

Analisador portátil de gases, versátil e com infravermelho, chega ao Brasil pela Clean

Está disponível no mercado brasileiro, através da Clean Environment Brasil, o mais versátil e completo analisador portátil de gases do mundo, desenvolvido nos Estados Unidos pela Thermo Scientific. Utilizando a tecnologia de espectrofotometria por infravermelho, o Miran SapphIRe apresenta design exclusivo que permite a seleção rápida e precisa do comprimento da onda dos gases durante a sua análise. São três os modelos do equipamento disponíveis, todos de alta performance.

“O mais completo equipamento desta linha oferece a possibilidade de análises qualiquantitativas de uma grande variedade de gases dispersos na atmosfera, com capacidade de análise de mais de 120 tipos de compostos”, explica Celso Trevensoli Jr., Gerente Comercial da Clean. “Não resta dúvida que o Miran SaphIRe é o mais poderoso analisador de gases do mercado e que reúne, num mesmo equipamento, uma alta capacidade analítica com portabilidade e versatilidade de uso”, diz.

O equipamento vem acompanhado do ThermoMatch®, um software de correlação desenvolvido pela Thermo Scientific, que ajuda a identificar compostos desconhecidos no ar. “Um analisador como esse em um local de incidente químico/ambiental permite a identificação imediata, em tempo real, dos compostos no ambiente, possibilitando ações corretivas muito mais rápidas e precisas – e gerando um enorme ganho de tempo, reduzindo drasticamente os impactos ao meio ambiente e para a saúde humana”, explica Rogério Andrade, Diretor de Negócios da Clean. Os dados de leitura da linha Miran SapphIRe ficam registrados na memória do equipamento e podem ser baixados para registro e análises futuras.

“É com grande satisfação que colocamos produtos da mais alta tecnologia, como este, à disposição do mercado brasileiro”, diz Andrade.

Semana de aniversário começa com treinamento sobre “valores” na Clean

Ontem, dia 5 de Junho, foi Dia Mundial do Meio Ambiente e também aniversário de 16 anos da Clean Environment Brasil. E essa semana é de várias atividades na empresa. As atividades tiveram início hoje, com um treinamento comandado pelo Consultor de RH Maurício Gama. Com o título “Valores – Importância e Prática”, os cleanlaboradores foram chamados para discutir os valores da empresa, as perspectivas profissionais de cada um e a importância do trabalho em grupo. Gama, que tem mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos e atuou em grandes corporações, disse que os valores de uma empresa devem ser muito objetivos e claros nas mentes dos colaboradores.

O consultor de RH Maurício Gama

Com esse treinamento, que utilizou muita dinâmica e bom-humor, teve início a semana de comemorações dos 16 anos da Clean – e mais novidades vêm por aí!

Confira algumas fotos do treinamento de hoje:

Este é o time da Clean!

Os valores da Clean são:
- Conduta ética exemplar
- Presteza e cortesia com clientes, fornecedores e colaboradores
- Transparência e coerência na comunicação com os mais diferentes públicos
- Segurança e qualidade de vida no local de trabalho
- Busca permanente da excelência
- Busca do crescimento profissional e pessoal
- Respeito ao meio-ambiente
- Responsabilidade social
- Ter no local de trabalho uma fonte de satisfação e felicidade

 

 

Abanaki no apoio mundial ao fornecimento de água potável

Empresa americana, representada no Brasil pela Clean, faz doações à ONG “Charity: Water”

A Abanaki Corporation, líder mundial na tecnologia de Skimmers removedores de óleo, está comemorando, desde 22 de Abril, o “Dia da Terra” de maneira especial. Até o dia 31 de Maio a empresa fará doações de um dólar para cada venda de Skimmer removedor de óleo ou de seus acessórios à instituição “Charity: Water”.

A “Charity: Water” é uma organização sem fins lucrativos que trabalha desde 2006 para levar água limpa e potável para pessoas de países em desenvolvimento. As estatísticas mostram que há um bilhão de pessoas que vivem sem água potável. Isto equivale dizer que uma em cada oito pessoas no mundo não desfruta da necessidade mais básica para a sobrevivência humana.

Além disso, a “Charity: Water” utiliza 100% de doações públicas para financiar diretamente soluções sustentáveis para distribuição de água em áreas de maior necessidade. Em média, 20 dólares podem permitir a uma pessoa o acesso ao projeto de água potável. No fim de 2009, a “Charity: Water” serviu seu primeiro milhão de pessoas e está expandindo para atender à crescente demanda.

“Na Abanaki, somos apaixonados por água limpa, e esperamos que esta campanha faça com que nossos clientes sintam-se bem com seu papel de tornar a Terra um local mais limpo e saudável para todos. Além de fazer skimmers de óleo, nós apoiamos o meio ambiente com um forte programa de reciclagem na empresa. Nosso lema é ‘limpar nosso mundo’ e nós acreditamos nisso”, diz Tom Hobson, presidente da Abanaki Corporation.

Fita "Fuzzy" que remove o óleo da água nos "Skimmers"

Os Skimmers Abanaki são comercializados no Brasil pela Clean Environment Brasil, de Campinas, que apóia a iniciativa.

Para mais informações sobre a “Charity: Water”, acesse: www.charitywater.org
Para mais informações sobre a Abanaki, acesse: www.abanaki.com
Para mais informações sobre a Clean, acesse: www.clean.com.br

Desmoronamento (explosão?) de aterro na Grande São Paulo expõe os riscos de aterros com controle precário de engenharia

por Paulo Negrão

O deslizamento de parte do maciço do aterro sanitário de Itaquaquecetuba ocorrido ontem (25/04) expõe os riscos associados a aterros com controles precários de engenharia.

A estabilidade dos maciços de aterros sanitários é um grande desafio para os profissionais de geotecnia. Aterros são estruturas dinâmicas, que sofrem esforços da massa de solo, pressões dos gases gerados pela decomposição dos resíduos e tensões neutras em função do acumulo de chorume.

Os recalques diferenciais aos quais os aterros sanitários estão sujeitos, impõem um grande desafio ao perfeito funcionamento dos sistemas tradicionais de drenagem de chorume e alívio das pressões de gases (predominantemente o gás metano CH4). O resultado, em muitos casos, é o acumulo de bolsões de chorume (aumento da tensão neutra) e bolsões de pressão de gases no interior dos maciços, podendo comprometer a estabilidade da estrutura.

Infelizmente, deslizamentos como os de ontem, agora no aterro de Itaquaquecetuba, fazem parte da história recente das obras de geotecnia do Brasil. Problemas recorrentes são um grande indício de situações cronicas que precisam ser revistas.

Controlar o nível de chorume dos aterros e gerenciar os gases gerados pela decomposição dos residuos são quesitos fundamentais para a estabilidade das centenas de aterros espalhados pelo Brasil.

Espero que o deslizamento do aterro de Itaquaquecetuba sirva, de uma vez por todas, para que os profissionais de geotecnia e meio ambiente do Brasil revisem, com humildade, as práticas atuais dos nossos projetos.

Espero, ainda, que não seja necessário que se repita acidentes com a gravidade do deslizamento do aterro de Cali na Colombia, Manila nas Filipinas, Bumba em Niterói e tantas outras “avalanches de lixo” que envergonham a história da engenharia e do meio ambiente nacional e mundial, para percebermos a gravidade de um problema que pode se repetir em dezenas de aterros espalhados pelo Brasil.

Banda CO2 Zero promove evento em comemoração à Hora do Planeta

Amanhã é o dia! Será a celebração da Hora do Planeta, evento que acontece no mundo todo promovido pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Em Americana-SP, a Banda CO2 Zero se apresenta para um show em comemoração à Hora do Planeta e a energia gerada para o show virá de bicicletas ergométricas!

Compre essa idéia, junte-se à milhares de pessoas para a preservação do meio ambiente. Às 20h30 apague as luzes!

A Clean realizará mais um treinamento: “O Processo de Identificação e as Tomadas de Decisão no Gerenciamento de Áreas Contaminadas Conforme a Decisão de Diretoria 103/C/E/ CETESB e a Lei 13.577 de 2009”

A Lei 13.577 – que teve o lançamento divulgado no último dia 2 – é considerada como uma revolução no gerenciamento de áreas contaminadas e já está sendo apontada como uma das leis mais modernas do mundo. Daí a preocupação que a Clean teve em promover mais um evento relacionado ao tema.

Ministrado por Ero H. Crozera, o treinamento será dia 25 de Fevereiro, sexta feira e terá início às 8h30 e término às 17h.

O local do evento será na sede da Clean Environment Brasil, na rua Antonio Lapa, 214 no Cambuí, Campinas.

Segundo Ero Crozera o treinamento tem como objetivo “versar sobre as tomadas de decisão que devem ser levadas a cabo em um Processo de Identificação de Áreas Contaminadas, desde a classificação de uma região de interesse, a realização da Avaliação Preliminar, as substâncias presentes na área em estudo, o comportamento dessas no bem a proteger solo, em especial na zona não saturada, a utilização a Ficha Cadastral de Áreas Contaminadas e seu correto preenchimento; tendo, obviamente, o ato regulatório da Lei 13.577 como pano de fundo”, conclui.

Saiba mais sobre Crozera:
Doutor pela Universidade de São Paulo/Instituto de Geociências/Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental, com ênfase em hidrogeologia – gestão ambiental / 2002. Engenheiro Agrônomo, graduado pela Faculdade de Agronomia e Zootecnia Manoel C. Gonçalves / 1981. 27 anos de experiência profissional nas áreas de meio ambiente industrial, consultoria a órgão ambiental de caráter nacional e de cooperação multinacional, como colaborador junto à associação de desenvolvimento de normas técnicas de âmbito nacional, desenvolvimento de ferramentas de gestão ambiental, e Professor titular e convidado de cursos de Master Business Administration.

Valor da inscrição, toda a programação e mapa de acesso, você encontra aqui.

CETESB inicia regulamentação da Lei Estadual 13577

SÃO PAULO – O auditorio Augusto Ruschi da CETESB ficou lotado na manhã de hoje para o evento de lançamento da regulamentação da Lei Estadual 13577 sobre o Gerenciamento de Áreas Contaminadas. O evento contou com a presença do Secretário Estadual de Meio Ambiente, Dr. Bruno Covas, o presidente da CETESB, Dr. Fernando Rei e o gerente do Departamento de Desenvolvimento Institucional Estratégico da companhia, Dr. Rodrigo Cunha.

Pela primeira vez, desde o ínicio das atividade de remediação de áreas contaminadas no Estado de São Paulo em meados da década de 80, o Estado terá uma base legal para regulamentar os deveres e responsabilidades dos stakeholders envolvidos com o tema. A Lei 13577 já desponta como uma das mais modernas do mundo.

Fernando Rei, Presidente da CETESB, Bruno Covas, Secretario Estadual de Meio Ambiente e Rodrigo Cunha, Gerente do Depto de Desenvolvimento Estratégico da CETESB

A Lei 13577 representa um dos maiores marcos históricos no mercado de remediação de áreas contaminadas no Estado de São Paulo.

O texto base da Lei 13577 permanecerá em consulta pública até o dia 15 de março de 2011, quando as contribuições da sociedade serão avaliadas pelo grupo de trabalho que redigiu a lei e então encaminhadas para assiniatura do Governador do Estado de São Paulo.

Para conhecer o texto da Lei, clique aqui.

Banda CO2 Zero e suas músicas com temas ambientais

Nosso parceiro Kléber Amedi, da e4 eventos, anda fazendo um sucesso tremendo com sua Banda CO2 Zero.

As músicas, que tem como foco a proteção do meio ambiente através de coleta seletiva, a diminuição do número de carros nas ruas e cuidados com a dengue, estão fazendo a cabeça de todos que ouvem – e que pensam!

Durante o show da CO2 Zero, os integrantes da banda geram energia através de bicicletas ergométricas – isso significa, que para o show acontecer, o pessoal tem que, literalmente, pedalar! Parabéns para o pessoal da Banda CO2 Zero!

Confira a matéria que a TVB de Campinas fez com a banda:

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Diretores da Thermo Scientific International no Brasil

Eles compararam o País aos EUA em termos de detecção de emissões fugitivas.

Jim Morton e Jorge Rodriguez, da Thermo Scientific

Jim Morton, Diretor Mundial de Vendas da Área de Instrumentos para Qualidade do Ar; e Jorge Rodriguez, Diretor de Vendas para a América Latina e Caribe, ambos da multinacional Thermo Scientific, estiveram na sede da Clean Environment Brasil, em Campinas. A Clean é representante dos produtos Thermo no Brasil.

Na ocasião, Morton contou sobre as pesquisas que são realizadas pela empresa, ao longo de mais de 20 anos, no desenvolvimento de detectores de gases, especialmente aqueles utilizados em refinarias. Segundo ele, as pesquisas resultaram em qualidade de vida para trabalhadores, para moradores de entornos e para o meio ambiente, já que a quantidade de gases que emanava de válvulas, até meados de 1998, era absurda – e quase não existiam métodos confiáveis de detecção. “Nossos detectores hoje dão resultados imediatos, em tempo real e com confiabilidade total”, diz. Outro aspecto importante da detecção, ressalta Morton, é o econômico. “Empresas que investem na detecção estão investindo, no final das contas, em economia, já que há a redução do desperdício”.

O principal detector da Thermo, utilizado amplamente por trabalhadores em refinarias americanas, é o TVA-1000B, que ainda está sendo utilizado de maneira tímida no Brasil. “Faltam normativas para a detecção de emissões fugitivas”, diz Morton, “apenas os Estados Unidos e Taiwan têm normas estabelecidas. A Thermo é responsável por cerca de 90% dos equipamentos portáteis utilizados por trabalhadores em refinarias hoje nos Estados Unidos”.

“Acompanhando a evolução natural dos processos que garantem a saúde dos trabalhadores e o respeito pelo meio-ambiente, acreditamos que os equipamentos para detecção de emissões fugitivas serão cada vez mais utilizados no Brasil”, afirma Eliezer Santos, Gerente de Vendas Técnicas da Clean, que já escreveu um artigo, publicado na revista TN Petróleo, sobre como escolher o detector correto. “Existe a necessidade da normatização e estamos contribuindo para as discussões a esse respeito”, afirma ele.

Morton e Rodriguez acreditam que o país possa ser exemplo em monitoramento ambiental para toda América Latina.

Clean e Thermo: Rogério Andrade, Rodriguez, Eliezer Santos, Morton, Celso Trevensoli

Izabella Teixeira é a ministra do Meio Ambiente

Foi na cerimônia do dia 1º de janeiro, no Palácio do Planalto, que a presidenta da República, Dilma Rousseff, empossou também seu novo ministério. Entre os ministros, está a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que já comandava a pasta desde Abril do ano passado, quando entrou no lugar de Carlos Minc. Você conhece Izabella Teixeira?

Izabella Teixeira na ONU

Nascida em Brasília, Isabella é bióloga com mestrado em Planejamento Energético e doutorado em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ. Atuou como diretora em diferentes departamentos do Ministério do Meio Ambiente e na condução e gerência executiva de projetos ambientais em programas de cooperação internacional, como o PPG-7, PNMA, PDBG e PMACI.

Izabella Teixiera foi, também, professora de MBA e de cursos ambientais (UFRJ, Escola Politécnica) e é especialista em Avaliação Ambiental Estratégica. Desempenhou ainda a função de subsecretária de Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, entre 2007 e 2008, e de secretária-executiva do MMA, antes de ser empossada ministra no final do governo Lula.

É uma das nove ministras do Governo Dilma. Ao todo, são 37 ministérios.

Muito trabalho e muita sorte a Izabella Teixeira!

Clean marca presença no 2º Simpósio “Experiências em Gestão dos Recursos Hídricos por Bacia Hidrográfica”

A Clean participará do 2º Simpósio “Experiências em Gestão dos Recursos Hídricos por Bacia Hidrográfica”, que será realizado de 23 a 26 de Novembro na cidade de Atibaia (SP), no Tauá Hotel & Convention, localizado na Rodovia Dom Pedro I, km 86. No evento, A Clean disponibiliza no estande toda sua linha de Hidrologia.

O evento é promovido pelo Consórcio PCJ e conta com o patrocínio da Agência Nacional de Águas (ANA), além dos apoios institucionais da Abcon, ABRH, ASSEMAE, CREA-SP, Agência de Água PCJ, Comitês PCJ, Ipê, DAEE, IGAM, SRHU –Ministério do Meio Ambiente, REBOB, RELOB, CETESB, Secretárias de Meio Ambiente e Secretaria de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, Município de Atibaia, SAAE Atibaia e as Prefeituras de Jarinu e Extrema.

Até lá!

Mais um grupo de brasileiros no Princeton Remediation Course em Orlando

ORLANDO, FL – A Clean está em Orlando esta semana, mais uma vez, com o tradicional grupo de profissionais brasileiros de meio ambiente para o Remediation Course da Princeton Groundwater do Dr. Robert Cleary.

A edição de 2010 conta com 60 alunos de vários países, dentre eles EUA, Canadá, Bélgica, India, Equador, Argentina e Porto Rico. O grupo de brasileiros é formado por 16 profissionais de remediação, representando a CETESB, IPT, Waterloo University, ERM, UNICAMP, Sindicato de Combustíveis do Paraná, Conetoga Rovers & Associates, Caixa Economica Federal, Tecnor Engenharia, Costa Consultores e Clean Environment Brasil.

Participantes do Remediation Course 2010 em Orlando, FL.

Os cursos de Hidrologia de Águas Subterrâneas e Remediação da Princeton Groundwater reunem um time instrutores reconhecido internacionalmente, dentre eles: Dr. Robert Cleary, Dr. John Cherry, Dr. Bernard Kueper, Dr. Gregory Rorech, Dr. Michael C. Kavanaugh, Dr. Murray Einarson, Dr. Richard Brownell e Dr. David Kaminski.

Se você não pode participar da edição de 2010, reserve sua agenda para o Remediation Course 2011, de 24 a 29 de outubro de 2011 em Orlando, Florida, e faça o maior curso de remediação do mundo.

VIII Painel de Debates sobre Áreas Contaminadas do SENAC discute a Resolução CONAMA 420/2009 e seus impactos no gerenciamento de áreas contaminadas.

SÃO PAULO, 19 Outubro 2010 – O Centro Universitário SENAC promoveu na manhã de hoje o VIII Painel de Debates sobre Áreas Contaminadas para a discussão da Resolução CONAMA 420/2009 e seus impactos no gerenciamento de áreas contaminadas em âmbito nacional.

A primeira apresentação foi feita pelo Sr. André Cardoso, representante do Ministério do Meio Ambiente e apresentou os principais aspectos apresentados pela Resolução. O cadastro nacional de áreas contaminadas será feito pelo IBAMA, que deverá receber os dados tabulados pelas Agências Estaduais de Meio Ambiente, os quais serão responsáveis pelo gerenciamento das áreas contaminadas em seus territórios.

Um dos grandes desafios impostos pelo CONAMA 420/2009 será a capacitação das Agencias Estaduais de Meio Ambiente para que as mesmas se capacitem para o gerenciamento das áreas contaminadas e trabalhem na definição de valores específicos de referência da qualidade do solo e águas subterrâneas, até o ano de 2013.

O Gerente do Departamento de Áreas Contaminadas da CETESB, Eng. Alfredo Rocca apresentou as implicações da Resolução 420 nos procedimentos adotados pela CETESB no Estado de São Paulo. Em São Paulo, a Lei Estadual 13.577 de 08 de Julho de 2009 exige que as escrituras dos imóveis afetados por áreas contaminadas sejam averbadas, fazendo constar no registro de imóveis a menção da presença de contaminantes no imóvel.

A Eng. Rosangela Gurgel da FEAM apresentou os trabalhos que vem sido conduzidos em Minas Gerais e ressaltou os desafios para a definição das condições de background dos solos mineiros, em função da grande complexidade geológica no estado.

A última apresentação ficou a cargo do Advogado Luis Celso RIbeiro da Pinheiro Neto Advogados, que ressaltou as implicações na Resolução sob o ponto de vista dos empresários.

A publicação da Resolução 420 do CONAMA é um marco regulamentador de grande impacto para os Órgãos Estaduais de Meio Ambiente no tocante ao gerenciamento das áreas contaminadas e para o setor produtivo, com impactos em âmbito Nacional.

O texto completo da Resolução 420 de 2009 do CONAMA pode ser acessada através deste link.

Instituto Ambiental do Paraná e MINEROPAR convidam Paulo Negrão para programa de capacitação em Áreas Contaminadas

CURITIBA, PR – O Diretor Técnico da Clean, Eng. Paulo Negrão, foi convidado pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e pela MINEROPAR para ser um dos instrutores no programa de Capacitação Técnica para a Gestão de Áreas Contaminadas dos fiscais regionais do IAP.

Paulo Negrão palestou na manhã de hoje para cerca de 30 fiscais ambientais regionais do IAP, MINEROPAR e Secretaria do Meio Ambiente de Curitiba sobre Contaminação de Solos e Águas Subtterrâneas e métodos de investigação de áreas contaminadas. Além dos representantes da MINEROPAR e SMA da Prefeitura de Curitiba, o grupo contou com a participação de agentes das regionais do IAP de Curitiba, Maringá, Foz do Iguaçu, Umuarana, Londrina, Campo Mourão, Paranaguá e Litoral, Ponta Grossa, Caçapava, Toledo, Irati, Pitanga, Pato Branco e União da Vitória.

A participação de Paulo Negrão no Programa de Capacitação do IAP terá sequência com um módulo dedicado ao projeto e construção de poços de monitoramento e amostragem de águas subterrâneas.

Clean participa de treinamento promovido pela ANA em Belo Horizonte

Cristiano Leonardo, Gerente de Vendas Técnicas da área de Hidrologia da Clean, participou de um treinamento promovido pela ANA no Auditório da CPRM – Serviços Geológicos do Brasil, em Belo Horizonte.

O evento contou com a presença de 25 participantes de instituições brasileiras do segmento de meio ambiente de vários estados como: CPRM-SP, CPRM-GO, CPRM-BH e também IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas). Quem ministrou o curso foi David Velasco, Gerente Regional SonTek/YSI no Brasil.

Foi um treinamento de operação prática e teórica dos equipamentos da Sontek Flow Tracker e River Surveyor M9 e ocorreu de 14 a 18 de Junho de 2010.

Veja as fotos:


É festa!

A Clean Environment Brasil completou no último dia 05 de junho 15 anos de história. Para comemorar, a empresa ofereceu uma festa para seus colaboradores na sexta-feira, dia 4.

Durante toda a tarde o pessoal participou de um churrasco com música ao vivo em um pocket show do Sandro Saga, da Banda 4 Fatos. Para completar o som, ainda teve a participação especial de Paulo Negrão no baixo e Neimar Almeida no vocal.

Completando a tradição, os colaboradores dançaram uma valsa e cantaram parabéns para a empresa e para todos os que fizeram parte desta história.

Juntos, enfrentamos mudanças, nos mantivemos unidos, conquistamos parcerias e a cada dia mais crescemos. Nos tornamos uma empresa sólida sem perder o ideal de família que sempre foi nossa característica.

Agradecemos os clientes, colaboradores e funcionários por nos darem o reconhecimento nesses anos para que possamos cada vez mais trabalhar em prol do meio ambiente, nosso bem mais precioso.

Família Clean


Leila Paraízo e Eliézer Santos


Thaís, Rafaela, Bruna e Natália


Lucas, Marcos, Ivan, Alexandre e Frederico


Rogério Andrade, Luciano Possari e Eliézer Santos


Celso Trevensoli e Rogério Andrade


Sandro Saga e Paulo Negrão


Sandro Saga, Neimar e Paulo Negrão


Eliézer Santos, Leila Paraízo, Paulo Negrão, Rogério Andrade e Luciano Possari cantando parabéns


Luzia, Leila, Rogério, Paulo, Luciano e Eliezer

Para nós…

Todo dia é Dia do Meio Ambiente!

Em 5 de Junho de 1972 tinha início a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente. A data ficou estabelecida internacionalmente como o Dia do Meio Ambiente.

Apesar da importância histórica, o dia 5 de Junho é um dia para reflexão sobre o mundo onde vivemos – e os impactos que causamos a ele -, assim como todos os dias. Nós, da Clean Environment Brasil, pensamos e repensamos o Meio Ambiente diariamente, oferecendo e buscando soluções para os problemas ambientais do nosso planeta.

É através de ações diárias e cotidianas que cuidamos do Meio Ambiente. Quando contamos com ajuda especializada e o que há de mais moderno em tecnologia, podemos potencializar esses cuidados, protegendo o que temos de mais importante: nossa própria existência.

Pensem nisso, nesse Dia Internacional do Meio Ambiente.
E pensem Clean.

Clean integra curso de Monitoramento da Qualidade da Água da ANA

Está acontecendo em Campo Grande (MS), entre 5 e 7 deste mês, o curso “Monitoramento e Qualidade da Água”, promovido pela Agência Nacional de Águas e pelo IMASUL – Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul, órgão do governo do M.S. Com mais de 40 participantes, entre fiscais da Secretaria de Recursos Hídricos, da ANA e do IMASUL, além de consultores, estudantes e pesquisadores, o curso está levando instruções sobre a legislação do setor; especificações sobre monitoramento; parâmetros físicos, químicos e biológicos utilizados em análises da água e como devem ser feitas as coletas e preservação de amostras de águas. Para demonstração desse último item – e para fazer um exercício prático – a Clean Environment Brasil foi convidada pela ANA e IMASUL. Novos equipamentos da YSI/Sontek serão utilizados no treinamento.

O curso deve acontecer em outras cidades do Brasil.

Clean participa de evento da Secretaria do Meio Ambiente do Rio de Janeiro e ABRELPE

Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil, participou na semana passada do curso sobre Diretrizes Gerais de Remediação de Lixões e Operação de Aterros Sanitários – Disposição Final de RSU: Do Lixão ao Aterro.

O evento foi promovido pela Secretaria do Meio Ambiente do RJ, com apoio da ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais e do programa Methane to Market da Agencia de Proteção Ambiental dos EUA. “Essa foi a terceira turma e reuniu 150 treinandos, todos agentes municipais que atuam na área de gerenciamento de resíduos”, explica Odair Luiz Segantini da ABRELPE.

Segundo Negrão, foram abordados temas importantes como o controle da estabilidade dos aterros, escoamento das águas, controle do nivel de chorume e captura do gás metano como meio de geração de receita com a venda de creditos de carbono e geração de energia verde a partir do biogás. A discussão aconteceu após o terrível incidente do Morro do Bumba, em Niterói, construído sobre um antigo lixão, e citado em explanações.

De acordo com dados do IBGE, 64% dos municípios brasileiros descartam o lixo de maneira inapropriada causando assim, impactos ambientais dos mais diversos, causando danos à saúde e ao meio ambiente.

Como todos sabem, os aterros sanitários são a alternativa mais eficaz para os centros urbanos. Com apuro técnico, os aterros podem conter o lixo otimizando espaço e volume, isolando os resíduos por impermeabilização do solo, prevenindo contaminações.

Treinamento Clean: Gerenciamento de Áreas Contaminadas

A Clean Environment Brasil realizará no dia 31 de Março (quarta feira), mais um Treinamento. Dessa vez o tema será Gerenciamento de Áreas Contaminadas segundo Procedimentos 2009 – CETESB.

O palestrante será Ero Crozera, Doutor pela Universidade de São Paulo/Instituto de Geociências/Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental, com ênfase em hidrogeologia – gestão ambiental / 2002.
Com 27 anos de experiência profissional nas áreas de meio ambiente industrial, consultoria a órgão ambiental de caráter nacional e de cooperação multinacional, como colaborador junto à associação de desenvolvimento de normas técnicas de ambito nacional, desenvolvimento de ferramentas de gestão ambiental, e Professor titular e convidado de cursos de Master Business Administration.

O Treinamento tem como objetivo abordar os seguintes assuntos:
* A Aplicação Prática dos Procedimentos DD103/CETESB e a Lei 13.577
* A Definição do Tema Áreas Contaminadas
* A importância da Avaliação Preliminar na DD 103 e na Lei
* O Modelo Conceitual na Investigação Confirmatória, na Detalhada e na Avaliação de Risco
* Tomadas de Decisão no Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

As vagas são limitadas, para saber mais detalhes clique aqui.

Nova lei, mais rigorosa, quer controle e remediação de áreas contaminadas

O Estado de São Paulo tem agora uma lei mais rígida para áreas contaminadas. Trata-se da lei 13.577/09 que foi sancionada em 8 de julho do ano passado. Ela exige novas ferramentas para o controle e remediação de áreas contaminadas. A lei anterior era de 1976 e não previa situações como as que temos hoje.

As área contaminadas podem ser definidas como local, terreno, área, edificação ou benfeitoria onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural.

A nova lei caracteriza as áreas contaminadas, institui um cadastro público para informação sobre essas áreas, responsabiliza o poluidor quanto à identificação e remediação dos locais e classifica essas áreas pelos riscos que oferecem. A nova lei altera também níveis de infração e penalidades para os contaminadores.

Em maio de 2002, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB divulgou, pela primeira vez, a lista de áreas contaminadas no Estado, registrando a existência de 255 áreas. Os dados estão sendo constantemente atualizado e, após oito atualizações, o número de áreas contaminadas totalizou, em novembro de 2008, 2.514 áreas com problemas de contaminação no solo. Os postos de combustíveis respondem pelo maior número de contaminações, 1.953 áreas, seguida do setor industrial, com 337 áreas. O grande número de postos de combustíveis deve-se às exigências legais estabelecidas pela Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA 273 de 29 de novembro de 2009, que passou a exigir que estes estabelecimentos fosse alvo de licenciamentos ambientais pelas agencias regulamentadoras de cada estado.

A nova lei paulista apresenta importantes instrumentos para o seu gerenciamento, como garantias bancárias, seguro ambiental, e a criação do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas (FEPRAC), vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente(SMA), para remediação de áreas, principalmente aquelas em que não seja possível identificar os responsáveis pela contaminação.

Na impossibilidade de identificação ou localização do responsável legal pela área contaminada, a CETESB comunicará ao Cartório de Registro de Imóveis, para que seja divulgada, conjuntamente com as demais informações referentes à matrícula do imóvel a contaminação da área.

Os recursos do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas terão como receita, dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado, transferências do governo federal e dos municípios destinados à execução de ações de controle ambiental no Estado, provenientes também de ajuda e cooperação internacional, de compensações ambientais e, ainda, de 30% do montante arrecadado com multas aplicadas pelos órgãos ambientais aos responsáveis pela contaminação do solo. E as multas podem chegar a milhões de reais, ao contrário da penalidade atual, considerada branda.

Especialistas consideram que a lei é um avanço na gestão de áreas contaminadas.

De acordo com o diretor técnico da Clean, Eng. Paulo Negrão, a nova lei é um marco regulador no mercado de remediação ambiental no Estado de São Paulo. “Finalmente chegamos a um estágio de maturidade legal que não permite mais o amadorismo e projetos de remediação que não chegam a lugar nenhum. Os profissionais terão que investir mais na investigação das áreas contaminadas, para que o cenário seja claramente diagnosticado e, enfim, um projeto assertivo de remediação seja executado e implementado”, conclui Negrão.

Corroborando com a afirmação do Engº Paulo Negrão, o também engenheiro Ero H. Crozera, diretor da AUM Ambiental, considera que a promulgação da Lei 13.755 deverá influenciar positivamente o mercado de áreas contaminadas, no sentido de que este deve adotar em seus projetos de remediação os princípios de viabilidade e contemplação do uso futuro da área em estudo, como também a restauração das condições de multifuncionalidade, em especial do solo urbano.

Clean ministra oficina para Instituto de Meio Ambiente de Alagoas e aula na Universidade Federal de AL.


O Diretor Técnico da Clean, Paulo Negrão, esteve na bela Maceió nos dias 25 e 26 de novembro aonde ministrou oficina sobre Contaminação de Solos e Águas Subterrâneas para os técnicos do Instituo de Meio Ambiente de Alagoas.

Negrão palestrou para cerca de 30 técnicos do IMA sobre a presença e comportamento de contaminantes em sub superfície e técnicas de investigações ambientais.

Os alunos da graduação e mestrado do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Alagoas também assistiram a aula ministrada por Paulo Negrão na campus da Universidade no dia 26. A troca de experiências foi muito positiva e propiciou aos alunos uma discussão técnica sobre um tema de alta relevância, conforme comentou a professora Cleuda Custódio Freir, do CTEC da UFAL.

Nós, na FIMAI

Foi um sucesso a Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial, semana passada, em São Paulo.
Nós estivemos por lá com a Ambserv e agradecemos publicamente a todos que passaram pelo nosso estande.

Estande da Clean/Ambserv na FIMAI


André Caramello (Repres. da Clean no interior de São Paulo), Pricila Mendes (Consultora de Vendas), Rogério Andrade (Diretor Comercial) e Luana Almeida (Marketing)


RoboByte – robô contratado de nosso estande, que garantia a diversão e atraia a atenção de muitas pessoas

É amanhã!

Começa amanhã a FIMAI, maior feira de meio ambiente industrial da América Latina com mais de 100 expositores.

O objetivo da feira é trocar experiencias e idéias, fornecer inovações tecnológicas e expandir relações com outras empresas do setor – além de oficinas com materiais reciclados.

A Clean estará presente mais um ano, com sua parceira Ambserv, no stand 62 D, e sorteará iPods Shuffle aos visitantes nos dias 5 e 6.

Participe também!
Nos vemos lá!

Mais informações: www.fimai.com.br

Clean no CIMAS/FENÁGUA – Fotos!

Estivemos lá, entre 15 e 18 de Setembro, em São Paulo, participando do CIMAS – Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo e da FENÁGUA – Feira Nacional da Água, em parceria com a AMBSERV.

Eliezer Santos (Clean), Jamerson Lima (Secretaria de Recursos Hídricos de Alagoas) e Paulo Negrão (Clean).


Luana Almeida (Clean), Robert Cleary (Princeton Groundwater), Natália Camargo (Clean)


John Küpper (WorleyParson), Eliezer Santos, Everton Oliveira (ABAS), Robert Cleary, Paulo Negrão.


Lei estadual proíbe venda de lubrificantes no Rio de Janeiro por quem não pode coletar o óleo usado

Lei sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo em 18 de setembro de 2009, proíbe também o descarte de óleos lubrificantes usados e de filtros de óleo, prevendo uma multa de até R$ 1 milhão para o infrator.

A lei nº 5541 foi publicada com a finalidade de disciplinar a comercialização e o descarte de óleos lubrificantes e de filtros de óleo, na forma da Resolução CONAMA Nº 362 de 23 de junho de 2005, que especifica que “Todo óleo lubrificante usado ou contaminado deverá ser recolhido, coletado e ter destinação final, de modo que não afete o Meio Ambiente e propicie a máxima recuperação dos constituintes neles contidos.”

A nova lei proíbe a comercialização de óleos lubrificantes em estabelecimentos que não possuam área adequada, bem como os equipamentos específicos para a coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado, a ser substituído.

A proibição do descarte de óleo lubrificante usado ou contaminado em solos, subsolos, em águas superficiais ou subterrâneas, no mar territorial, nos sistemas de drenagem, nos sistemas de esgotos, nas galerias de águas pluviais ou evacuação de águas residuais, é estendida aos filtros de óleo de motor, substituídos durante as operações de lavagem e lubrificação de veículos.

No artigo segundo, a lei 5541 prevê que em caso de descumprimento da mesma, será imposta ao infrator multa que varia de R$5.000,00 (cinco mil Reais) a R$1.000.000,00 (Um milhão de Reais), consoante o Art.37 da Lei nº 3467 de 14/09/2000.

Texto enviado por Aldo Fernandes, Diretor-Técnico da Projeto-Divisão de Meio Ambiente
Empresa parceira e cliente da Clean Environment Brasil
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Passivo Ambiental Brasileiro: bilhões para recuperar as áreas afetadas

Estudos mostram que número de áreas contaminadas no Brasil vem crescendo a cada ano – e hoje estima-se que existam 30 mil pontos com áreas contaminadas, e que o gasto para a remediação do solo fique em torno R$ de 15 bilhões, (500 mil por área).

O presidente do Primeiro Congresso Internacional do Meio Ambiente Subterrâneo, o hidrogeólogo Everton de Oliveira, diz que o passivo ambiental só começou a ser alvo de preocupação no País a partir da década de 80. Em termos de legislação, não há nada de alcance nacional. O Estado de São Paulo aprovou, em 2009, lei específica (Lei 13.577) para punir as empresas poluidoras. A legislação paulista estabelece normas e diretrizes para proteção da qualidade do solo e gerenciamento de áreas contaminadas.

Os principais poluentes encontrados em áreas contaminadas são o nitrato – por falta do tratamento de esgoto, e derivados do petróleo como o BTEX. Postos de gasolina são os maiores responsáveis por esse tipo de contaminação.

Leia a matéria completa aqui.
*A Clean está participando das discussões do CIMAS.

iPhone nas Águas Subterrâneas

Quem disse que as rodinhas de bate papo do I CIMAS ficaram restritas somente ao tema meio ambiente subterrâneo? Bob Cleary da Princeton Groundwater, Paulo Negrão da Clean e Everton de Oliveira da Hidroplan e ABAS divertiram-se com seus “brinquedinhos” da Apple. O papo passou por capinhas para o iPhone, calorosas explicações sobre aplicativos, sites especializados e tudo mais que tange o aparelhinho inventado pelo Steve Jobs. É a água subterrânea sucumbindo ao iPhone. Por falar nisso, já era hora de criarem algum aplicativo de iPhone para os profissionais de águas subterrâneas!

John Cherry e Robert Cleary no I CIMAS em São Paulo

Robert Cleary da Princeton Groundwater, Paulo Negrão da comissão organizadora do I CIMAS e John Cherry da Universidade de Waterloo em evento em San Francisco, CA em 2004

Algumas dos mais renomados cientistas do mundo no campo da hidrogeologia e remediação de águas subterrâneas estarão reunidos em São Paulo de 15 a 18 de setembro no I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (I CIMAS), promovido pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas.

O renomado geólogo canadense John Cherry, um dos mais respeitados pesquisadores da hidrogeologia de contaminantes do mundo, fará a abertura do congresso. O evento contará ainda com a presença do Dr. Robert Cleary, um dos maiores experts do mundo em modelagem do transporte de contaminantes em sub superfície, que apresentará uma intrigante palestra com o tema “Por que a maioria dos sistemas de remediação falha?“.

O I CIMAS contará com exposição paralela de equipamentos. Visite o stand da Clean!

Não perca a chance de participar deste evento que entrará para a história da hidrogeologia do Brasil. Inscreva já!

Proteja seu Empreendimento das Fraudes Ambientais

“Em Santa Catarina, seis postos revendedores foram interditados após a constatação de fraude no laudo ambiental apresentado pela prestadora de serviços. As investigações mostraram que a mesma empresa já havia emitido pelo menos 200 laudos irregulares na região. E esta, infelizmente, não é uma situação isolada no país. Saiba como se proteger deste tipo de fraude.”

Na matéria da Edição de Setembro da Revista Postos de Combustíveis & Conveniência, Rosemeire Guidoni trata das fraudes em serviços ambientais de forma clara e esclarecedora, com participação de Aldo Fernandes, diretor-técnico da Projeto – Divisão de Meio Ambiente, empresa parceira e cliente da Clean.
Veja a matéria completa.

Áreas contaminadas barram expansão imobiliária na Mooca

O Estado de S. Paulo, 16/AGO/2009 – O avanço do mercado imobiliário sobre o tradicional bairro da Mooca, na zona leste de São Paulo, recebeu sinal vermelho das autoridades ambientais do Estado. Conforme mapeamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Mooca carrega marcas do passado industrial em seu solo: são 19 áreas contaminadas e ociosas que ocupam cerca de 300 mil metros quadrados (5% do bairro), espaço suficiente para a construção de 40 prédios de 17 andares, com sobras ainda para um parque de 30 mil m².

A 15 minutos do centro, com estação de metrô e imensos terrenos obsoletos ao longo da orla ferroviária, a região já recebeu 7 mil novos moradores nos últimos quatro anos, em um processo de verticalização que reverteu, a partir de 2005, o decréscimo populacional anual de -2% registrado por quase uma década no distrito – hoje já são 67 mil habitantes. Numa transformação que atraiu para a antiga região de operários até a classe média alta, espigões envidraçados surgiram entre sobradinhos italianos de ladrilhos vermelhos, e galpões abandonados deram lugar a universidades e hipermercados.

Mas as regras rígidas para a liberação de empreendimentos em áreas com passivo ambiental colocou um freio na repaginação. A preocupação de órgãos públicos e de urbanistas é que novos empreendimentos comecem a fazer a captação de águas subterrâneas contaminadas com resíduos de derivados do petróleo armazenados até a década de 1990 em antigos galpões do bairro, cujo crescimento também é defendido pela Prefeitura. Pela revisão do Plano Diretor em discussão na Câmara Municipal, o eixo Ipiranga-Mooca-Vila Prudente receberá a Operação Urbana Diagonal Sul, uma proposta para revitalizar 20 milhões de m² da antiga região industrial por meio de concessões urbanísticas à iniciativa privada.

Segundo a revisão do plano, existe um “vazio de oportunidades” nesses bairros. Mas o próprio governo alerta para o risco de áreas com alta taxa de contaminação por benzeno na Mooca. A revisão quer criar incentivos para o empreendedor que se disponibilizar a adotar projetos de recuperação ambiental de espaços hoje sem uso. O maior vazio da Mooca, e que poderia ser urbanizado, segundo especialistas e o governo, é a antiga base da Esso para o armazenamento de combustíveis, que funcionou entre 1945 e 2001 e ocupa 97 mil m². A área, porém, ainda está em processo de descontaminação e a conclusão dos trabalhos e a definição do futuro do terreno só devem ocorrer no final de 2010.

Entidades de moradores defendem a criação de um parque no local, em cumprimento a uma lei já aprovada no Legislativo. Entre os 31 distritos da cidade, a Mooca ocupa o 24º lugar em arborização (tem apenas 3,38 m² de área verde por habitante; na Vila Mariana, por exemplo, o índice é de 8,84 m²/habitante). A Cosan Combustíveis e Lubrificantes S/A, atual dona do terreno, promove um trabalho de descontaminação no subsolo. A empresa já fez uma tentativa de venda para incorporadoras, sem sucesso. A Prefeitura diz manter contato com representantes da Cosan para tentar obter a doação de parte do terreno e, dessa forma, construir um parque.

Por enquanto, a concentração de benzeno no solo impede qualquer tipo de utilização do terreno, localizado na Rua Barão de Monte Santo, antes da conclusão da descontaminação, segundo informou a Secretaria Municipal do Verde. “É natural que antigas áreas industriais sejam reaproveitadas para o uso residencial. Mas a velocidade do mercado é muito diferente da encontrada na natureza”, argumenta o diretor de Desenvolvimento Institucional da Cetesb, Rodrigo Cunha.

Gerente ambiental da Vigilância Sanitária Municipal, Vera Lúcia Anacleta cita um exemplo de risco à saúde. “A pessoa pode morar no 14º andar de um prédio e tomar banho com água com organoclorados, que é um tipo de contaminação que pode causar, ao longo dos anos, câncer e doenças neurológicas.”

CARTÓRIO

Uma lei de 2007 deixou mais complicada a venda de terrenos com passivo ao tornar legal a exigência de que proprietários registrem a contaminação em cartório, com a matrícula do imóvel. Mesmo se a área for descontaminada, o comprador tem como conhecer o passivo anterior. Com 70 mil m², a antiga fábrica de caminhões da Ford na Mooca foi adquirida pela BR Malls em 2006.

A área está contaminada e a conclusão da remoção dos poluentes, prevista para o fim de 2010. O objetivo é erguer um shopping no local. A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) e donos de 12 postos de combustíveis já desativados também aparecem na lista de áreas contaminadas na Mooca. Especialistas consideram que galpões do bairro, onde nunca foram feitas análises do solo, são outras áreas com potencial de contaminação. “Não temos a mínima noção do que existe no solo da Mooca, nessa parte dos galpões perto da ferrovia”, diz o coordenador da SOS Mata Atlântica, o ambientalista Mário Mantovani.

Ao todo, a capital tem 781 áreas contaminadas, das quais 69 são antigos terrenos industriais e a maioria, 657, quarteirões ocupados nos anos 1970 por postos ou distribuidoras de combustíveis. “Estima-se que pelo menos 30 mil outras áreas também tenham potencial de contaminação”, diz a promotora Cristina Godoy, do Grupo de Atuação Especial na Defesa do Meio Ambiente (Gaema), do Ministério Público Estadual.(AE)

Cresce a demanda por auditorias ambientais

12/08 – 13:31 – Agência Estado – O aumento das operações de fusões, aquisições e abertura de capital das empresas nos últimos anos, aliado ao aumento da fiscalização dos órgãos ambientais, fez crescer em até 50% a demanda pelos serviços de auditorias e due diligence na área de meio ambiente. O procedimento é uma investigação que permite verificar se a empresa em negociação está em conformidade com as leis ambientais ou se há passivos que possam interferir no seu valor de mercado, como a existência de áreas contaminadas.

Esse tipo de auditoria se tornou a principal atividade dos departamentos de direito ambiental dos grandes escritórios de advocacia. A demanda por due diligence ambiental aumentou a partir de meados da década de 1990, com o crescimento das operações de fusões e aquisições no Brasil, explica Fabiana Leite, sócia do escritório Azevedo Sette Advogados Associados. “Nos últimos anos, temos prestado assessoria para, em média, 15 operações anuais. Mas, no ano passado, esse número passou de 20″, afirma. Há casos, explica Svetlana Miranda, que comanda a área de Direito Ambiental do mesmo escritório, em que a existência de área contaminada chega a reduzir o valor da empresa em até 30%.

“Houve situações em que o negócio simplesmente não se concretizou, porque o investidor tomou conhecimento do valor que teria de gastar com a recuperação de áreas degradadas”, explica a advogada.

Atualmente empresas ligadas a setores de alto potencial poluidor, como mineração, siderurgia e indústria química, são as mais submetidas a due diligences ambientais. “As empresas em via de fechar grandes negócios passaram a dar o mesmo peso à due diligence ambiental que dão às auditorias fiscais e trabalhistas”, conta Heloísa Paulino, sócia do Souza Cescon Advogados. Segundo ela, a demanda por esse serviço no escritório cresce de maneira firme há cinco anos. “As empresas estão atentas a possíveis passivos ambientais porque custa caro reverter esses danos”, diz.

Outro caso em que as auditorias na área ambiental são recorrentes é na abertura de capital, quando as empresas devem informar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dívidas e passivos de todas as naturezas. “Em 2007, quando houve um boom de IPOs (ofertas primárias de ações), chegamos a fazer 30 auditorias dessa natureza por mês”, diz. Atualmente o escritório comanda dez processos de due diligence ambiental, e a tendência é de crescimento. “Com a recuperação da economia, os processos de fusões e aquisições de empresas vão sendo retomados. A demanda acompanha isso.”
Mesmo para empresas que já negociam ações em bolsa, a necessidade de auditorias é recorrente. A Suzano Papel e Celulose é submetida todo ano a uma auditoria que atesta se a empresa está em condições de permanecer no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, carteira que privilegia ações de empresas com bom desempenho socioambiental. “Todos os aspectos referentes a meio ambiente e relacionamento com comunidades são analisados. Se houver qualquer pendência, a empresa está fora”, afirma Luiz Cornacchioni, gerente de relações institucionais da Suzano Papel e Celulose.

NOVA LEI
Em São Paulo, a recém-aprovada Lei Estadual 13.577/09, sobre gestão de áreas contaminadas, deve impulsionar ainda mais a demanda por serviços de due diligences ambientais. Entre outros pontos, a lei obriga os proprietários de solos contaminados a comunicarem o problema ao órgão ambiental. “A nova lei paulista deixa claro ainda que tanto o causador da poluição quanto o dono da área podem ser responsabilizados “, diz Ana Beatriz Kesselring, sócia do escritório Trench, Rossi e Watanabe Advogados. “É um passo além.”

Governo de SP sanciona projeto de Lei Estadual de áreas contaminadas

O Governo do Estado sancionou o projeto de lei 13.577, de 8 julho, que dispõe sobre as diretrizes e procedimentos para o gerenciamento de áreas contaminadas no Estado de São Paulo. A nova norma trata da definição e caracterização de áreas contaminadas, da instituição de um cadastro público para conhecimento dessas áreas, da responsabilidade do poluidor quanto à identificação e remediação dos locais identificados como contaminados, da classificação dessas áreas pelo risco que oferecem e das infrações e penalidades que o responsável por esses locais está sujeito.

A aprovação do projeto representa um avanço na gestão de áreas contaminadas e, ao mesmo tempo, traz demandas de adaptação para todos que atuam no setor de identificação e remediação dessas áreas, ou seja, do órgão ambiental, dos responsáveis legais e os prestadores de serviços.

O projeto introduz novos e importantes instrumentos para o seu gerenciamento, como garantias bancárias, seguro ambiental, e a criação do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas – FEPRAC, vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SMA, para remediação de áreas, principalmente daquelas em que não seja possível identificar os responsáveis pela contaminação. Os recursos deste fundo terão como receita dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado, transferências do governo federal e dos municípios destinados à execução de ações de controle ambiental no Estado, provenientes também de ajuda e cooperação internacional, de compensações ambientais e, ainda, de 30% do montante arrecadado com multas aplicadas pelos órgãos ambientais aos responsáveis pela contaminação do solo.

Na impossibilidade de identificação ou localização do responsável legal pela área contaminada, a CETESB comunicará ao Cartório de Registro de Imóveis, para que seja divulgada, conjuntamente com as demais informações referentes à matrícula do imóvel a contaminação da área.
Especificamente sobre a compensação ambiental, a lei prevê que no processo do licenciamento de empreendimentos cujas atividades sejam potencialmente passíveis de gerar contaminação no solo, o empreendedor deverá recolher ao FEPRAC, a título de compensação, valor determinado fixado pela CETESB, que será o agente técnico e responsável pela secretaria executiva do fundo. Este tema foi regulamentado por meio do Decreto Estadual 54.544, de 8 de julho de 2009, que estabelece as condições para fixação dos valores a serem aplicados, inclusive a possibilidade de sua redução em até 50%, nos casos em que o empreendedor adote procedimentos para a diminuição do risco de contaminação e será definido levando-se em conta o grau de potencialidade de geração da contaminação, o porte do empreendimento e as tecnologias utilizadas para a redução deste potencial.

Em maio de 2002, a CETESB divulgou pela primeira vez a lista de áreas contaminadas no Estado, registrando a existência de 255 áreas. Os dados estão sendo constantemente atualizado e, após oito atualizações, o número de áreas contaminadas totalizou, em novembro de 2008, 2.514 áreas com problemas de contaminação no solo. Os postos de combustíveis respondem pelo maior número de contaminações, 1.953 áreas, seguida do setor industrial, com 337 áreas.

Leia a íntegra da Lei 13.577 de 8 de julho de 2009.

Cinco são presos por falsificação de laudos para postos de combustíveis em Santa Catarina

Matéria da RBS – 13/07/09

FLORIANÓPOLIS – Cinco pessoas foram presas temporariamente, nesta segunda-feira, por suspeita de participarem de um esquema de falsificação de laudos periciais para licença ambiental de postos de combustíveis em Tubarão, no sul de Santa Catarina. O grupo também é suspeito de ser responsável pela contaminação do lençol freático da região por componentes de combustíveis. Quatro das prisões foram feitas em Florianópolis e uma em Tubarão, em operação realizada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e Polícia Civil.

Foram detidos o proprietário e o funcionário de uma empresa com sede em São José, que realizava coletas e análises para postos de combustíveis, dois servidores da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fatma) e uma pessoa ligada ao Sindicato dos Revendedores de Combustíveis, com sede em Florianópolis.

De acordo com as investigações, a empresa emitiu pelo menos 200 laudos fraudulentos em Tubarão. As análises deveriam servir para monitorar a contaminação do lençol freático por componentes de combustíveis, por meio da coleta de água dos poços existentes nos postos revendedores.

Em análises realizadas a partir de maio desse ano pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb), a pedido do MPSC, foi atestado que em alguns postos de combustíveis de Tubarão havia contaminação por benzeno na água dos poços de monitoramento. Em alguns casos, o índice era até 300 vezes superiores ao limite de tolerância, que é de 15 microgramas por litro de água. O benzeno é uma substância tóxica e prejudicial à saúde humana.

Em razão da contaminação, seis postos de combustíveis foram interditados pela Fatma entre os dias 3 e 9 de julho de 2009 em Tubarão, em operação que contou com a participação do MPSC, Polícia Civil, Polícia Militar Ambiental e Agência Nacional do Petróleo (ANP) – três dos estabelecimentos obtiveram liminares em mandados de segurança que permitiram o retorno de suas atividades.

O prazo das prisões temporárias é de cinco dias. Os presos estão sendo ouvidos em Florianópolis.

Aterros Sanitários: Uma Fonte Alternativa de Energia

O gás de metano (CH4) é o principal gás emitido por aterros sanitários e um dos principais gases que contribuem para o efeito estufa quando liberados para a atmosfera. Capturar esses gases nos aterros sanitários e convertê-los em fontes de energia é uma atividade que ganha cada vez mais espaço. Além de reduzirem essas emissões altamente prejudiciais ao meio ambiente, esses gases são convertidos em fontes alternativas de energia e os créditos de carbono abatidos são negociados na mercado de carbono.

Segundo relatório do US EPA (EPA Report 430-R-06-003), Brasil é responsável por cerca de 2% das emissões mundiais de metano proveniente de aterros sanitários. Vários projetos de captura e conversão do biogás de aterros sanitários foram implementados no Brasil nos últimos anos. A Clean Environment Brasil participa ativamente destes projetos, provendo soluções de engenharia para o gerenciamento dos líquidos existentes nos aterros, de maneira que a produção e captura de gases seja maximizada.

Atendendo a esta demanda, a Clean Environment Brasil, em conjunto com a QED Environmental Systems, lançam o poster “Aterros Sanitários: Uma Fonte Alternativa de Energia”. Este poster ilustra a anatomia de um aterro sanitário moderno e os componentes de um sistema de biogás. Este poster é uma ferramenta importante para auxiliar profissionais e estudantes a visualizarem a estrutura de um sistema de biogás e as vantagens que o mesmo oferece ao meio ambiente e ao setor energético sustentável. Para baixar o poster em formato PDF de alta resolução, clique aqui.

Cetesb lacra postos de combustíveis em Campinas

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente iniciou uma blitz que culminou na interdição de nove postos São Paulo e um em Campinas. Esses postos ainda não se adequaram à legislação ambiental e estão contaminando solo, subsolo e águas subterrâneas com combustíveis líquidos, solventes, metais e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHs) – como são chamados os contaminantes tóxicos gerados por derramamento de petróleo e que têm potencial cancerígeno. O secretário estadual Xico Graziano participou da blitz e lacrou bombas do Auto Posto Le, na Rua Paula Bueno, no Taquaral, em Campinas. Ele disse que a medida extrema, de interdição, foi adotada porque os proprietários não deram a menor atenção às advertências e multas aplicadas.

A matéria da jornalista Maria Tereza Costa, da Rede Anhanguera de Comunicação, pode ser lida aqui. A foto abaixo é de Estevam Scuoteguazza.

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“Acabou a história de empurrar com a barriga: ou os postos fazem a adequação ou serão interditados. Até o final do ano, nenhum posto vai funcionar sem licença ambiental”, afirmou Graziano.

A ação deve fiscalizar 1,2 mil postos.

Curso de Extensão em Geotecnia Ambiental na UNICAMP

No último sábado, 28/JUN/2008, o Eng. Paulo Negrão, Diretor Técnico da Clean, ministrou sua aula sobre Amostragem de Solos Contaminados no Curso de Extensão em Geotecnia Ambiental da UNICAMP.  Inciado em Abril e com uma carga horária de 13 sábados, o curso conta com 20 alunos selecionados que atuam nos segmentos de consultoria ambiental, geotecnia de fundações e meio ambiente, e industrial.  Além da carga teórica, os alunos participaram de aula prática de campo sobre Soil Gas, Amostragem Continua por Direct Push, EnCore e classificação do perfil de sondagem.  A aula de campo contou com a participação da equipe da American Drilling do Brasil, lideradas pelo Geólogo Claudio Souza.   

Viagem espacial

A vida na Clean é sempre uma aventura junto ao meio ambiente. Aqui vai o nosso Neimar, numa missão de extrema importância, garantir que a água que abastece mais de 4 milhões de paulistanos seja monitorada 24 horas por dia, em tempo real, nos mananciais das Billings e Guarapiranga.

importante lei ambiental

A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou projeto do deputado Chico Sardelli (Americana-PV) que pede a criação, por parte do Governo do Estado, do Programa de Proteção e Conservação das Nascentes de Água do Estado de São Paulo. O programa deve ser instituído pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

A informação está no Blog de Chico Sardelli.

transporte sustentável

Interessante matéria da Revista Meio Ambiente Industrial, intitulada “O Transporte como Alternativa para os Desafios Urbanos”.

De acordo com especialistas, um transporte não sustentável é aquele que usa fontes energéticas não renováveis, tem alto consumo de energia, transporta poucos bens e pessoas ao mesmo tempo, contamina o ar, aumenta o efeito estufa, provoca o aquecimento do planeta e produz grandes quantidades de lixo tóxico ou de difícil degradação.

Ou seja, o transporte, quando não sustentável, causa impactos ambientais, problemas à saúde humana e prejuízos econômicos.

De acordo com especialistas, o que caracteriza o chamado transporte sustentável é a eficiência, o baixo custo e o fato de não ser poluidor. “Eficiente para ter a adesão da população, barato para competir com as montadoras e revendedoras de automóveis que facilitam cada vez mais a compra de carros e não poluidor para não impactar o meio ambiente e prejudicar a saúde humana”, detalha Fabio Feldmann, consultor ambiental.

Matéria completa aqui.

Governo quer anistiar desmatadores

A notícia foi publicada Domingo, 10/02, no jornal O Estado de São Paulo e está provocando discussões acaloradas. Segundo a matéria, o Governo pretende conceder anistia aos proprietários de terra que desmataram ilegalmente 220 mil km2. A informação foi interpretada por políticos e ambientalistas como sinal claro de que o governo Lula fracassou na tentativa de deter a destruição da Amazônia. Até a renúncia da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, está sendo pedida.

A repercussão está no site do Estadão hoje.

Nanopartículas: Os novos riscos para a saúde e o meio ambiente

Matéria da AFP destaca a novíssima discussão sobre os avanços da nanotecnologia e os transtornos que podem surgir daí. Nanopartículas se infiltram de maneira inédita no corpo humano e organismos vivos. A nanotecnologia pode gerar, a partir da ampliação nas pesquisas, resíduos que podem gerar impactos inimagináveis. Leia aqui.

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IV Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental debate temas como Projetos de Infra-Estrutura e as Ferramentas da Comunicação Socioambiental

Belo Horizonte recepcionará nos próximos dias 13 e 14 de março, os principais profissionais da área de comunicação e meio ambiente no IV Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental.

O evento, que possibilitará pela quarta vez a discussão da comunicação socioambiental na capital mineira, já tem a presença confirmada de palestrantes renomados como a jornalista e relações públicas Daniela Gerhard, sócia-diretora da Valor Social e a jornalista Beth Fernandes, especialista em comunicação ambiental e de risco.

O Congresso será dividido em 4 painéis: Responsabilidade social empresarial e desenvolvimento sustentável; Projetos de infra-estrutura: uma convivência de longo prazo; A comunicação sócio-ambiental e suas ferramentas e apresentação de cases de sucesso.

O congresso conta com o apoio do Senac Minas, Maxpress, Intercom, Cebds – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, Associação Brasileira de Relações Públicas, Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação, Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e Apimec – Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais, o evento é organizado pela agência especializada em comunicação para a Sustentabilidade Ambiente Global – Comunicação, Eventos & Sustentabilidade com sede em São Paulo.

As inscrições já podem ser feitas pelo telefone (11) 5084-0030 ou pelo site Ambiente Global, onde em breve também será divulgado a programação completa do evento.

Ficha Técnica:

Evento: IV Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental
Data: 13 e 14 de março de 2008
Horário: 9h às 18h
Local: Senac Minas – Belo Horizonte/MG
Valor da inscrição: R$480,00
Realização: Ambiente Global: Comunicação, Eventos & Sustentabilidade.

Apoio: Senac Minas, Maxpress, Intercom, Cebds – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, Associação Brasileira de Relações Públicas, Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação, Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e Apimec –Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de
Capitais.