De acordo com matéria publicada no jornal Correio Braziliense, no dia 2 de Agosto, há nove meses o Brasil enfrenta grandes desafios com derramamentos de petróleo. Pelas informações, o mais impactante foi o vazamento no Campo do Frade, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. Uma falha no funcionamento dos poços operados pela norte-americana Chevron resultou no derramamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar.
No dia 31 de Julho, a Justiça deu prazo de 30 dias para que a Chevron e a Transocean, que operam na plataforma, suspendam as atividades no país por causa do vazamento. Acidentes desta magnitude mostram o despreparo do Brasil para lidar com esses desastres ambientais.
A matéria no Correio Braziliense salienta que a ausência de diretrizes específicas no caso de um vazamento é ainda mais séria diante da postura agressiva que o país tomou a partir da descoberta das reservas do pré-sal. A estimativa do Governo é de que o Brasil deixe a 17ª posição no ranking mundial para se tornar um dos 10 maiores produtores de petróleo até o ano de 2020. O investimento previsto para os próximos anos é de mais de R$ 500 bilhões. O projeto em estudo do Plano Nacional de Contingência foi formulado por 16 ministérios, em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A coordenação foi dos Ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente — por meio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) — e Defesa, representada pela Marinha. O plano já está assinado pelos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Defesa, Celso Amorim. De acordo com fontes do governo federal, dentro de um mês o Plano Nacional de Contingência deve ser publicado no Diário Oficial da União. Porém, antes de ir à sanção presidencial, o Ministério da Defesa e a Casa Civil ainda precisam analisar o documento.
Eliezer Santos, Key Account Manager da Clean, acredita que o País reconhece a necessidade de monitoramento, pois a exploração, por si só, é considerada potencialmente poluidora. “Os mecanismos envolvidos nas atividades petrolíferas e o transporte desse tipo de material apontam para possíveis impactos”, diz Santos. “A história nos mostra que por vezes, a tragédia ensina e fomenta as discussões para que ações de monitoramento e de correções sejam adotadas. Infelizmente, acidentes ocorrem com frequência e devido ao transporte de grandes volumes, esses acidentes causam vazamentos de proporções gigantescas. Desta forma, os menores esforços de monitoramento, passam despercebidos”, acrescenta.
Segundo Santos, para a prevenção e o monitoramento de desastres é preciso existir, primeiramente, vontade política, e, depois, maior envolvimento de empresas especializadas em monitoramento e tecnologia ambiental. Por último, a interação com a comunidade acadêmica. “É um desafio que temos que enfrentar”, salienta.
A Clean Environment Brasil é uma empresa especializada em tecnologia e soluções para monitoramento ambiental. Com um portfólio de produtos bastante abrangente e destacada parceria com fornecedores internacionais, a empresa está pronta para oferecer o estado da arte em monitoramento ao exigente mercado ambiental, sobretudo ao complexo mercado de Óleo & Gás.
















