Famílias ocupam área com risco de explosão em SP

Moradores sem teto ocupam uma área contaminada por metano em Cachoeirinha, na Zona Norte de São Paulo, e convivem com o risco de explosões. A área ocupada por 600 famílias, cerca de 1.200 pessoas que chegou a abrigar uma creche e uma escola, foi anteriormente um aterro clandestino. O solo e a água do lençol freático estão contaminados por metano, segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Os moradores dizem que representantes da Prefeitura de São Paulo estiveram no local no final do ano passado, mas até agora não obtiveram retorno de possíveis medidas a serem tomadas para ajudar as famílias.

A matéria é do G1 com informações da Rádio CBN.

Leia e veja a matéria completa aqui.

A Clean Environmet Brasil tem a mais completa e atualizada linha de equipamentos para detecção de gases e para remediação ambiental. É incrível que com toda tecnologia disponível no mercado, áreas como essa ainda representem riscos para a sociedade.

Compressores Schulz

A Clean Environment Brasil distribui a linha de compressores Schulz para projetos de remediação e bombeamento de chorume em aterros sanitários.

A Schulz fabrica os melhores compressores do mercado brasileiro, desenvolvidos a partir de uma avançada tecnologia e garantindo ao usuário segurança e suporte técnico.

. Folder Geral dos Compressores Schulz

Com esta parceria, a Clean oferece aos clientes os melhores compressores indicados sob medida conforme a necessidade de seus projetos, com preços altamente competitivos e qualidade inigualável.

Isto garante uma avaliação técnica criteriosa no dimensionamento e especificação dos sistemas de geração de ar que alimentam os sistemas pneumáticos de remediação. O resultado deste trabalho é a recomendação da unidade geradora de ar que ofereça a melhor relação custo benefício e custos operacionais reduzidos.

O correto dimensionamento das linhas de ar e sistema de geração de ar comprimido são fundamentais para o sucesso e performance de sistemas pneumáticos de remediação. Neste sentido, os profissionais da Clean estão aptos para projetar e especificar sistemas de geração e distribuição de ar comprimido da mais alta qualidade, a fim de garantir a performance e operação continua de sistemas de remediação.

Mike Parker, da QED, na Clean

A história da Clean Environment Brasil confunde-se com a história da QED Environmental Systems. O engenheiro Paulo Negrão, fundador da Clean, foi Gerente Internacional da QED durante um período em que morou nos Estados Unidos. A QED foi a primeira empresa a ser representada no Brasil pela Clean.

A QED Environmental Systems, sediada em Dexter, Michigan, é a maior fabricante mundial de bombas para remediação, para aterros sanitários, sistemas de amostragem por baixa vazão e air-strippers. Foi representando a QED que a Clean apresentou essas tecnologias inovadoras para o mercado brasileiro – isso há 17 anos!

“Termos a QED conosco durante todo esse tempo é motivo de orgulho para todos”, diz Negrão. “Se o Brasil avançou em várias frentes quando o assunto é monitoramento e remediação ambiental, uma parcela considerável dessa contribuição veio da parceria Clean-QED”, resume.

Mike Parker e Paulo Negrão

Por conta deste “casamento” de sucesso, o Vice-Presidente da QED, Mike Parker, esteve na empresa durante a primeira semana de Abril. Além da visita de cortesia e amizade, Parker também deu um treinamento para colaboradores e falou do orgulho da parceria.

“Primeiramente, quero agradecer a hospitalidade com que fui recebido por todos; me senti o tempo todo em boas mãos, sendo tratado como membro da família”, disse Parker. “Também aproveito para parabenizar o sucesso que o time da Clean alcançou até o momento. É impressionante, e confirma que o trabalho está sendo muito bem realizado”.

Eliezer Santos, Mike Parker e Paulo Negrão

Eventos antecipam comemoração pelo Dia Mundial da Água

Em todo o mundo cerca de 800 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água potável. Para discutir essa realidade agentes políticos, militantes e especialistas estão reunidos em Marselha, ao sul da França, desde o dia 12 de Março, para o 6º Fórum Mundial da Água.

Existe urgência. Segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico é “primordial a utilização racional da água, da mesma forma que tarifá-la de maneira a desencorajar o desperdício” diante do aumento de 55% da demanda de água no mundo até 2050 com o crescimento da população e o aumento da urbanização. Aproximadamente 20 mil participantes de 140 países participam do Fórum Mundial da Água.

No dia 14 de Março uma centena de ONGs ambientais de meio ambiente reuniram-se para o “Fórum Alternativo”, com cerca de dois mil representantes da sociedade civil de vários países que veem com ceticismo o Fórum Mundial. O “Fórum Alternativo” acusa o evento oficial de ser “porta-voz das empresas multinacionais e do Banco Mundial”, e exigem gestão pública, ecológica e cidadã da água potável – e uma distribuição equitativa.

Tão importante quanto esses dois eventos é a North American Environmental Field Conferences and Expositions (www.envirofieldconference.com) que acontece em Tampa, Flórida (EUA), no mesmo período, antecipando as comemorações mundiais pelo dia da água.

Pesquisador com equipamento Metalyser, comercializado no Brasil pela Clean


Segundo Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil, que participa do evento americano, trata-se da maior exposição de tecnologia de ponta para monitoramento e remediação ambiental. “De nada valeria as discussões sobre políticas públicas ou pelo acesso à água potável se a tecnologia não tivesse avançado tanto nos últimos anos”, afirma Negrão. “O acesso às novas tecnologias permite dimensionar e antecipar resultados que podem influenciar no bem estar da sociedade e programar as ações futuras, assim como nortear a discussão de medidas para o desenvolvimento sustentável”.

Negrão com Eduardo Bampa (Aragon Sondagens) e Marcos Tanaka (ECD Perfurações) no campus da University of South Florida, onde acontece o evento


A North American Environmental Field Conferences and Expositions vai até o dia 16 de Março.

Dia 22 de Março é do Dia Mundial da Água.
Os equipamentos da área de Hidrologia da Clean podem ser conferidos aqui.
Os equipamentos para Remediação e Investigação Ambiental você encontra aqui.

Clean divulga parceria com a Carus Corporation

A Clean Environment Brasil e a Carus Corporation (EUA) anunciam um acordo de parceira para a venda e distribuição exclusiva no mercado brasileiro dos oxidantes químicos RemOx® e da linha de produtos Carus para bioremediação.

A Carus é um empresa de 97 anos no mercado americano de produção de permanganatos, fosfatos e catalizadores para tratamento de água, remediação ambiental e aplicações industriais. Os permanganatos produzidos pela Carus são os mais utilizados no mundo em projetos de oxidação química in situ de contaminantes em solo e águas subterrâneas, em função do seu alto grau de pureza e isenção de metais pesados.

Através da parceria com a Clean, os produtos da Carus passam a ser disponíveis para os profissionais de remediação do Brasil como uma tecnologia comprovada nos exigentes mercados Norte Americano e Europeu.

“A inclusão da Carus ao portifólio de produtos da Clean disponibiliza para o mercado a mais alta tecnologia na aplicação de permanganatos de alta pureza para a remediação expedita de áreas fontes contaminadas por solventes clorados, livre dos riscos associados com o uso de permanganatos com baixo grau de pureza”, afirma Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil.

Para Matthew Dingens, Diretor Global da Carus Remediation Technolgies, “a parceria com a Clean permite que a Carus passe a oferecer uma sólida e profissional estrutura de logística, venda e suporte aos projetistas de remediação do Brasil”.

Para maiores informações, entre em contato com Kelly Frasco, Diretora de Vendas para as Américas da Carus em kelly.frasco@caruscorporation.com ou com Eliezer Santos, Gerente da Divisão de Produtos para Remediação da Clean em e.santos@clean.com.br.

Eliezer Santos, Matt Dingens e Paulo Negrão

Sobre a Carus:

A Carus Corporation foi fundada em 1915 em LaSalle, Illinois, e produz permanganatos, fosfatos e catalizadores para aplicações ambientais em águas, remediação e uso industrial. A Carus é membro do Conselho Americano de Química e participante ativa da reconhecida iniciativa Responsible Care®, trabalhando de maneira determinante para tornar a vida melhor, mais saudável e segura através da química.

Sobre a Clean:

A Clean Environment Brasil é um grupo empresarial de capital privado, fundado em 1995, que fabrica e comercializa uma completa linha de produtos,equipamentos e tecnologias para o meio-ambiente e segurança ocupacional. Através de sólidas parcerias com os mais renomados fabricantes internacionais, a Clean Environment Brasil oferece o estado-da-arte em produtos e tecnologia para o meio ambiente, com suporte técnico profissional altamente qualificado.

Saiba a importância de calibrar seu detector de gás

É essencial realizar calibrações regulares em detectores de gás. Além de ser requisito obrigatório por normas, esse procedimento é de fundamental importância para assegurar qualidade e confiabilidade dos dados obtidos nas leituras.

Veja alguns esclarecimentos:

Por que calibrar meu Detector de Gás?

A confiabilidade do equipamento está relacionada com a sua calibração. Dados obtidos com equipamentos descalibrados, portanto incorretos, podem levar a graves erros em diagnósticos/investigações de passivos ambientais e projetos de remediação ambiental, além de colocar em risco a vida de trabalhadores que dependem destes equipamentos para entrada e permanência em espaços confinados ou em locais onde a presença de gases tóxicos (como amônia, gás sulfídrico, monóxido de carbono, entre outros) podem ocorrer.

Qual o intervalo ideal de calibração?

Para definir o intervalo de calibração, o usuário deve testar a eficiência do seu equipamento antes da sua utilização. Para a realização deste teste, é necessário que seja aplicado um gás de concentração conhecida e verificar se o detector apresenta uma leitura coerente dentro da margem de erro informada pelo fabricante.

Se for apresentada uma leitura fora dos padrões, é recomendada a calibração imediata ou mesmo a troca dos sensores que têm prazo de validade determinado, variando de acordo com a frequência de utilização, das concentrações às quais o equipamento é exposto, do tipo do sensor e mesmo das manutenções periódicas.

Alguns fabricantes fazem recomendações do intervalo mínimo para calibração dos detectores, como a exemplo da Thermo Fischer (Gastech/Innova) que recomenda o uma freqüência trimestral e a BW Technologies/Honeywell, a cada 6 meses. Outros equipamentos podem ser calibrados até uma vez por ano, como recomendado pela Ion Science.

Lembrando ainda que a manutenção preventiva, como troca de filtros e limpeza periódica aumentam a vida útil do seu equipamento e do seu sensor.

A Clean Environment Brasil possui laboratório de prestação de serviços de calibração e manutenção AUTORIZADO pelas fábricas, possuindo estoque de peças de reposição originais e um corpo técnico formado por engenheiros e técnicos altamente capacitados e treinados no exterior.

Lembre-se: contate o distribuidor ou revendedor autorizado sempre que surgirem dúvidas. É sempre melhor, mais seguro e barato prevenir que remediar.

Clean realiza treinamento para representantes

Foi realizado um treinamento na Clean Environment Brasil entre os dias 27 e 28 de Abril e sua finalidade era difundir o conhecimento técnico e comercial para os representantes de vendas da Clean e para alguns funcionários internos.

Cada responsável por uma linha de produtos da Clean (Hidrologia, Detecção de Gases e Remediação Ambiental) teve a oportunidade de repassar seus conhecimentos técnicos e comerciais para os participantes do treinamento.

“Dentre os representantes presentes no treinamento existem os novos parceiros e aqueles que estão conosco há mais tempo. Para os representantes novos, a idéia principal foi apresentar com maiores detalhes nossa linha completa de produtos, já para os representantes mais antigos e funcionários da Clean foi para fazer uma atualização tecnológica”, descreve André Caramello, Gerente de Negócios na Área de Hidrologia da Clean.

O momento também foi propício para a discussão de projetos engatilhados com os representantes e fazer com que esse debate servisse como exemplo de aplicações técnicas para os outros participantes.

“Os treinamentos tiveram abordagem teórica e prática; no caso prático, aproveitando toda a estrutura e os equipamentos presentes em nosso laboratório, agregando assim, uma transferência de conhecimento mais adequada aos participantes”, explica Caramello.

Estiveram presente no treinamento:

- Elen Beatriz dos Santos (Funcionária Clean – Consultora de Vendas – Hidrologia)
- Frederico Barbosa (Funcionário Clean – Assistente Técnico Administrativo)
- Wellington Santilli (Representante Comercial – Estado de São Paulo)
- André Baxter Barreto (Representante Comercial – Estado de Minas Gerais)
- Luís Vicente Meneghetti (Georepp – Representante Comercial do Estado do Rio Grande do Sul)
- Grasiane Romanini (Georepp – Representante Comercial do Estado do Rio Grande do Sul)

Como escolher um detector de gás

Dependendo de suas necessidades, saiba qual a melhor opção de detector de gás – por Eliezer Santos*

A necessidade de detecção de gases ou vapores em atividades industriais e de serviços é antiga e remonta a época onde o comportamento de aves, como canários, servia para alertar sobre a ausência de oxigênio ou a intrusão de outros gases em atividades mineradoras, por exemplo.

Com a evolução tecnológica e a demanda por mecanismos cada vez mais precisos e seguros, a indústria pôde contar com uma grande quantidade de detectores de gás e monitores para os diversos fins.
A empresa Clean Environment Brasil, de Campinas, tem uma forte atuação no mercado, fornecendo instrumentos com tecnologia de ponta para os mais variados setores e uma completa linha de detectores de gases.

Dentre as diversas atividades onde o emprego de analisadores ou detectores de gases se faz necessário, temos, com destaque, o ramo das consultorias ambientais. Há quase 15 anos a Clean Environment Brasil disponibiliza equipamentos e insumos para este segmento de mercado.

É notório que o mercado de monitoramento de gases vem crescendo e oferece, hoje, uma grande e abrangente linha de detectores para os mais variados setores. A utilização desses instrumentos para o monitoramento de gases ou vapores é imprescindível para a prevenção de acidentes, detecção de vazamentos, planilhamento de custos, na condução de investigação sobre locais contaminados entre várias outras aplicações.

Você já escolheu o seu detector?

Diferenças entre PID, FID e detectores com sensores catalíticos

Os principais métodos utilizados para análise e detecção de gases, por monitores portáteis, são: PID (Photo Ionization Detector), FID (Flame Ionization Detector) ou ainda sensores catalíticos de compensação – ou eletroquímicos.

Cada método possui um funcionamento específico e também aplicações específicas. É necessário conhecer essas diferenças para escolher o equipamento mais adequado para sua aplicação.

SENSOR PID (PHOTO IONIZATION DETECTOR):

O PID utiliza luz ultravioleta para ionizar as moléculas de gás e geralmente é utilizado para detecção de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs), incluindo benzeno e butadieno, entre outros. Para compostos aromáticos a escala pode chegar a leituras em ppbs, portanto podem ser utilizados para medir concentrações baixas de VOCs. Uma vantagem da tecnologia PID em relação a outros tipos de detectores é que, além de detectar uma ampla gama de compostos voláteis ele é capaz de detectar compostos com cadeias carbônicas maiores a exemplo de determinados compostos semi voláteis, clorados, diesel, etc. Quando as moléculas da amostra passam pela câmara de fluxo elas são “bombardeadas” por uma luz ultravioleta. Essas moléculas liberam íons quando atingidas pela luz. Esses íons são atraídos a um sensor que amplifica esse sinal e produz uma corrente elétrica. Através da medição dessa corrente a concentração e o tipo do gás são determinados. Elaborando um esquema de funcionamento bem simples de um PID teríamos:

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A Clean Environment Brasil conta com algumas opções de instrumentos com a tecnologia PID, adequados a diferentes aplicações:

Micro 5 PID – BW Technologies by Honeywell
Este instrumento é oferecido com um range de 0 a 1000 ppm com incremento de 1 ppm. Esta faixa de medição permite que os vapores e gases sejam monitorados com extrema rapidez, no entanto, o equipamento não é adequado para se medir concentrações muito altas e portanto fora deste range, fazendo com que seja avaliada a possibilidade do uso de outra tecnologia de detecção ou instrumentos com ranges mais amplos.ilustra-2
Quando questionado se este instrumento pode “eliminar” o Metano na leitura assim como ocorre com o Innova (sensor catalítico), a resposta é SIM! Isto pode ser feito utilizando o Micro 5 com o sensor PID e um sensor Catalítico[com explicação abaixo], mais conhecido como PID+LEL. Além do sensor PID o instrumento ainda permite a inserção de mais 5 sensores para monitorar outros tipos de gases, como o já comentado LEL (catalítico), e outros sensores eletroquímicos H2S, CO, PH3, entre outros.
O grande diferencial do equipamento MICRO 5 PID+LEL é que, ele é o instrumento de menor custo dentre todas as opções de equipamentos com tecnologia PID de Detecção.

PHO CHECK + – Ionscienceilustra-3
Este instrumento trabalha exclusivamente com a tecnologia PID e possui um poderoso range que possibilita leituras da faixa de ppbs até 10.000 ppm. Esta amplitude de range torna o PhoCheck um instrumento muito poderoso para aplicação em trabalhos de investigação de passivos ambientais em que hajam contaminações em concentrações mais elevadas .
O PhoCheck é a opção de equipamento com tecnologia PID com maior capacidade de leitura e possui um preço altamente competitivo em relação a outras opções de mercado.

SENSOR FID (FLAME IONIZATION DETECTOR):

O FID usa uma chama de hidrogênio para ionizar as moléculas de gás. Os íons são coletados por um par de eletrodos polarizados. O sinal é diretamente proporcional à quantidade de átomos de carbono na amostra do gás.

A ionização das moléculas da amostra produz íons positivos e negativos. Um campo eletrostático é gerado e com isso os íons negativos são atraídos por um eletrodo que produz um sinal analógico amplificado que produz a leitura.

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Com tecnologia FID, a Clean Environment Brasil tem em seu catálogo:

TVA 1000B – ThermoFischerilustra-5
Este instrumento é o, único no Mercado mundial a incorporar a tecnologia “dual-detection”, onde em uma única unidade é possível ter as leituras no modo PID e FID. Isto torna o TVA 1000B a ferramenta mais completa para vários segmentos. Nos Estados Unidos, o TVA é amplamente utilizado para os trabalhos de screening, ou varredura dos VOCs em trabalhos de investigação de sites contaminados.
Uma outra grande aplicação do TVA 1000B é a inspeção de linhas de gases e monitoramento de emissões fugitivas, auxiliando na elaboração de mapas de riscos ambientais e ocupacionais e controle de perdas.


SENSOR CATALÍTICO:

O sensor catalítico de compensação oxida o gás no ar e libera calor. A resistência do filamento de platina aumenta quanto o calor da oxidação aumenta. Esse é um método confiável e barato para monitorar a presença de gases combustíveis. Esse sensor é indicado para monitoramento geral de gases e vapores combustíveis.

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O processo é extremamente simples: existe um sensor de referência e um sensor ativo, assim que as moléculas entram em contato com o sensor ativo, são oxidadas e aumentam o calor do filamento de platina, que é comparado com o sensor de referência e dessa maneira produz a leitura.

Innova SV-Especial – ThermoFischer
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Para monitoramento de gases tóxicos o INNOVA também pode receber sensores eletroquímicos de oxigênio, H2S (ácido sulfúrico) e CO (monóxido de carbono). O sensor de oxigênio é basicamente uma bateria de oxigênio. Existem dois eletrodos, um eletrodo base e um anodo. Os eletrodos estão em uma solução eletrolítica. Assim que o oxigênio decresce, a saída de oxigênio do sensor decresce, e se o nível de oxigênio aumenta, a saída também aumenta. Uma célula de oxigênio típica tem leitura próxima a 12 mV em ar puro. Os sensores de H2S e CO usam platina como eletrodo e ácido sulfúrico como eletrólito. Eles são considerados sensores de medição de amperes. Eles produzem uma corrente muito pequena (microampere) quando expostos ao H2S ou ao CO. O sensor é acoplado então a um amplificador para produzir o sinal adequado.

As vantagens de sensores eletroquímicos é que eles são razoavelmente baratos e têm vida útil de 1 a 3 anos. Esses sensores também são fáceis de trocar no campo, o que torna essa tecnologia a melhor escolha para vários detectores do mercado.

*Eliezer Santos, Gerente de Vendas de Investigação e Remediação Ambiental da Clean Environment Brasil.

Clique aqui e conheça a linha completa de detectores de gás da Clean!

Lamentamos o falecimento do colega João Alberto Bottura

A Clean Environment Brasil lamenta profundamente o falecimento do Hidrogeologo João Alberto Bottura, ocorrido em 26 de junho. Bottura teve um papel de destaque na hidrogeologia brasileira e no mercado de remediação ambiental no País.

Enlutados neste momento, a Clean proclama seus mais sinceros sentimentos a família Bottura. Que Deus acolha nosso colega Bottura.

Nova lei, mais rigorosa, quer controle e remediação de áreas contaminadas

O Estado de São Paulo tem agora uma lei mais rígida para áreas contaminadas. Trata-se da lei 13.577/09 que foi sancionada em 8 de julho do ano passado. Ela exige novas ferramentas para o controle e remediação de áreas contaminadas. A lei anterior era de 1976 e não previa situações como as que temos hoje.

As área contaminadas podem ser definidas como local, terreno, área, edificação ou benfeitoria onde há comprovadamente poluição ou contaminação causada pela introdução de quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou até mesmo natural.

A nova lei caracteriza as áreas contaminadas, institui um cadastro público para informação sobre essas áreas, responsabiliza o poluidor quanto à identificação e remediação dos locais e classifica essas áreas pelos riscos que oferecem. A nova lei altera também níveis de infração e penalidades para os contaminadores.

Em maio de 2002, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB divulgou, pela primeira vez, a lista de áreas contaminadas no Estado, registrando a existência de 255 áreas. Os dados estão sendo constantemente atualizado e, após oito atualizações, o número de áreas contaminadas totalizou, em novembro de 2008, 2.514 áreas com problemas de contaminação no solo. Os postos de combustíveis respondem pelo maior número de contaminações, 1.953 áreas, seguida do setor industrial, com 337 áreas. O grande número de postos de combustíveis deve-se às exigências legais estabelecidas pela Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA 273 de 29 de novembro de 2009, que passou a exigir que estes estabelecimentos fosse alvo de licenciamentos ambientais pelas agencias regulamentadoras de cada estado.

A nova lei paulista apresenta importantes instrumentos para o seu gerenciamento, como garantias bancárias, seguro ambiental, e a criação do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas (FEPRAC), vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente(SMA), para remediação de áreas, principalmente aquelas em que não seja possível identificar os responsáveis pela contaminação.

Na impossibilidade de identificação ou localização do responsável legal pela área contaminada, a CETESB comunicará ao Cartório de Registro de Imóveis, para que seja divulgada, conjuntamente com as demais informações referentes à matrícula do imóvel a contaminação da área.

Os recursos do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas terão como receita, dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado, transferências do governo federal e dos municípios destinados à execução de ações de controle ambiental no Estado, provenientes também de ajuda e cooperação internacional, de compensações ambientais e, ainda, de 30% do montante arrecadado com multas aplicadas pelos órgãos ambientais aos responsáveis pela contaminação do solo. E as multas podem chegar a milhões de reais, ao contrário da penalidade atual, considerada branda.

Especialistas consideram que a lei é um avanço na gestão de áreas contaminadas.

De acordo com o diretor técnico da Clean, Eng. Paulo Negrão, a nova lei é um marco regulador no mercado de remediação ambiental no Estado de São Paulo. “Finalmente chegamos a um estágio de maturidade legal que não permite mais o amadorismo e projetos de remediação que não chegam a lugar nenhum. Os profissionais terão que investir mais na investigação das áreas contaminadas, para que o cenário seja claramente diagnosticado e, enfim, um projeto assertivo de remediação seja executado e implementado”, conclui Negrão.

Corroborando com a afirmação do Engº Paulo Negrão, o também engenheiro Ero H. Crozera, diretor da AUM Ambiental, considera que a promulgação da Lei 13.755 deverá influenciar positivamente o mercado de áreas contaminadas, no sentido de que este deve adotar em seus projetos de remediação os princípios de viabilidade e contemplação do uso futuro da área em estudo, como também a restauração das condições de multifuncionalidade, em especial do solo urbano.

Alerta Clean: Calibração de Equipamentos

É essencial realizar calibrações regulares em detectores de gás. Além de ser requisito obrigatório por normas, esse procedimento é de fundamental importância para assegurar qualidade e confiabilidade dos dados obtidos nas leituras. Nossa assistente técnica Hellen Mamede esclarece:

Por que calibrar meu Detector de Gás?

A confiabilidade do equipamento está relacionada com a sua calibração. Dados obtidos com equipamentos descalibrados, portanto incorretos, podem levar a graves erros em diagnósticos/investigações de passivos ambientais e projetos de remediação ambiental, além de colocar em risco a vida de trabalhadores que dependem destes equipamentos para entrada e permanência em espaços confinados ou em locais onde a presença de gases tóxicos (como amônia, gás sulfídrico, monóxido de carbono, entre outros) podem ocorrer.

Qual o intervalo ideal de calibração?

Para definir o intervalo de calibração, o usuário deve testar a eficiência do seu equipamento antes da sua utilização. Para a realização deste teste, é necessário que seja aplicado um gás de concentração conhecida e verificar se o detector apresenta uma leitura coerente dentro da margem de erro informada pelo fabricante.

Se for apresentada uma leitura fora dos padrões, é recomendada a calibração imediata ou mesmo a troca dos sensores que têm prazo de validade determinado, variando de acordo com a frequência de utilização, das concentrações às quais o equipamento é exposto, do tipo do sensor e mesmo das manutenções periódicas.

Alguns fabricantes fazem recomendações do intervalo mínimo para calibração dos detectores, como a exemplo da Thermo Fischer (Gastech/Innova) que recomendao uma freqüência trimestral e a BW Technologies/Honeywell, a cada 6 meses. Outros equipamentos podem ser calibrados até uma vez por ano, como recomendado pela Ion Science.

Lembrando ainda que a manutenção preventiva, como troca de filtros e limpeza periódica aumentam a vida útil do seu equipamento e do seu sensor.

A Clean Environment Brasil possui laboratório de prestação de serviços de calibração e manutenção AUTORIZADO pelas fábricas, possuindo estoque de peças de reposição originais e um corpo técnico formado por engenheiros e técnicos altamente capacitados e treinados no exterior.

Lembre-se
: contate o distribuidor ou revendedor autorizado sempre que surgirem dúvidas. É sempre melhor, mais seguro e barato prevenir que remediar.